O Armageddon brasileiro | Por Alberto Peixoto

O governo de Jair Bolsonaro se prenuncia pelo conjunto de discursos, indicações e alinhamento político com a extrema-direita, identificado por setores da mídia com as ideias do totalitarismo, nazifascismo, misoginia, segregacionismo contra negros e grupos minoritários, favorável a degradação ambiental, contra a liberdade de expressão e imprensa, que adota discurso religioso e professa ódio, vinculado a prática da violência física como forma de obter a redução do conflito social.

O governo de Jair Bolsonaro se prenuncia pelo conjunto de discursos, indicações e alinhamento político com a extrema-direita, identificado por setores da mídia com as ideias do totalitarismo, nazifascismo, misoginia, segregacionismo contra negros e grupos minoritários, favorável a degradação ambiental, contra a liberdade de expressão e imprensa, que adota discurso religioso e professa ódio, vinculado a prática da violência física como forma de obter a redução do conflito social.

Armageddon (em inglês) ou Armagedom (em português) é uma expressão encontrada na Bíblia e que revela o lugar onde acontecerá a batalha final entre as forças do Bem contra o Mal.

Em Apocalipse (Revelação) 13: 1, uma fera de sete cabeças representa o sistema político. Ela governa sobretoda tribo, e povo, e língua, e nação”; e assim é maior do que o governo de um único país – Apocalipse 13:7.

Esta fera já chegou ao Brasil e, lentamente, já começou a agir. A partir do ano de 2019 ela começa sua trajetória dolorosa espalhando o terror em terras Tupiniquins. Ao contrário da fera Bíblica, que possui sete cabeças, a que vai atuar no Brasil terá em torno de 22 cabeças ou Ministérios.

Atualmente já faltam alimentos, emprego, saúde, educação; deve faltar combustível com a entrega do pré-sal, da privatização da Petrobrás e outras riquezas naturais, todos entregues aos EUA a preço de banana (ou dos bananas).

Lamentavelmente o brasileiro, bitolado, tem dificuldade em perceber toda a derrocada política, financeira e social que o rodeia. Como um infeliz, o brasileiro só tem “espírito” voltado para o futebol – entre outras diversões – e deixa de lado segmentos importantes como a política, que rege a qualidade de sua vida, de seu futuro e de toda a Nação.

Infelizmente o brasileiro acompanha todos os dias nos telejornais, o Presidente Bolsonaro “surfando” em meio ao fogo cruzado do ódio da direita fascista contra a esquerda, arrotando arrogância e frases sem nexo; sem ter uma atitude que combine com suas atribuições de “chefe” de um grande país como o Brasil. O que é dito, sempre é desdito em curto espaço de tempo.

Qualquer criatura com o mínimo de inteligência percebe que a interferência do Tio Sam (neste caso Trump) na política brasileira, só tem uma finalidade específica: o controle das reservas de petróleo em território brasileiro e nossas riquezas naturais em primeiro plano.

Infelizmente a ficha ainda não caiu para os da direita, que é formada por analfabetos políticos, a classe média que se acha rica e até mesmo por alguns pobres, mulheres e negros que não possuem amor próprio nem autoestima. E o brasileiro segue sua trajetória inexorável de submissão!

O Amargedom que já teve início em nosso país e se tornará mais intenso no próximo ano de 2019, não será o fim do Brasil e nem dos brasileiros, mas causará prejuízos à Nação e à sociedade que terá dificuldades para se reerguer.

Só como registro: o Presidente Bolsonaro não compareceu aos debates alegando não ter condições físicas. Citou uma bolsa com seus excrementos, que o incomodava muito. Como se explica, tão pouco tempo depois das eleições ele conseguir, sem problema nenhum, levantar um troféu com mais de 15 quilos ganho pelo Palmeiras pela conquista do Campeonato Nacional de 2018 e permanecer em pé por muito tempo, sem prejuízos para sua saúde?

Alberto Peixoto, Escritor 

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Sobre o autor

Alberto Peixoto
Antonio Alberto de Oliveira Peixoto, nasceu em Feira de Santana, em 3 de setembro de 1950, é Bacharel em Administração de Empresas pela UNIFACS, e funcionário público lotado na Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia, atua como articulista do Jornal Grande Bahia, escrevendo semanalmente, é escritor e tem entre as obras publicadas os livros de contos: 'Estórias que Deus Duvida', 'O Enterro da Sogra, 'Único Espermatozoide', 'Dasdores a Difícil Vida Fácil', participou da coletânea 'Bahia de Todos em Contos', Vol. III, através da editora Òmnira. Também atua incentivador da cultura nordestina, sendo conselheiro da Fundação Òmnira de Assistência Cultural e Comunitária, realizando atividades em favor de comunidades carentes de Salvador, Feira de Santana e Santo Antonio de Jesus. É Membro da Academia de Letras do Recôncavo (ALER), ocupando a cadeira de número 26. E-mail para contato: [email protected] Saiba mais sobre o autor visitando o endereço eletrônico http://www.albertopeixoto.com.br.