STF vai analisar se Jair Bolsonaro, sendo réu, pode assumir presidência da República

Eleito presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL/RJ) é um político de extrema-direita identificado por setores da mídia com as ideias do totalitarismo, nazismo, fascismo, antissemitismo, misoginia, segregacionismo contra negros e grupos minoritários, que professa discurso do ódio, vinculado a prática da violência física como forma de obter a redução do conflito social, e que usa a religião e o nome de Deus para obter consentimento eleitoral.

Eleito presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL/RJ) é um político de extrema-direita identificado por setores da mídia com as ideias do totalitarismo, nazismo, fascismo, antissemitismo, misoginia, segregacionismo contra negros e grupos minoritários, que professa discurso do ódio, vinculado a prática da violência física como forma de obter a redução do conflito social, e que usa a religião e o nome de Deus para obter consentimento eleitoral.

O Supremo Tribunal Federal (STF) vai dar prioridade para o julgamento de pedido de cassação da candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) e ainda deve analisar se o candidato do PSL, por ser réu por apologia ao estupro e injúria, pode assumir a Presidência.

Bolsonaro é réu no STF, desde 2016, por ter afirmado na Câmara em entrevista ao jornal Zero Hora que a deputada Maria do Rosário “não merecia ser estuprada” porque ele a considera “muito feia” e porque ela “não faz” seu “tipo”.

O processo está em fase final e falta apenas o interrogatório do réu e as alegações finais, última manifestação da defesa e da Procuradoria Geral da República (PGR) antes do julgamento.

Em relação ao pedido de cassação de candidatura de Bolsonaro, a ministra Rosa Weber, que também é a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), disse ao Consultor Jurídico que “todos julgamentos são absolutamente prioridade para o TSE, que de forma absolutamente célere observa o devido processo legal e, ao tempo necessário, responde às controvérsias que lhe são postas”.

Esquema de Fake News no WhatsApp

Outra questão que pode chegar ao STF e ao TSE é o esquema de Fake News pelo WhatsApp, com o qual a campanha de Bolsnaro teria disseminado, por meio de financiamento empresarial, informações falsas contrárias ao PT e Fernando Haddad.

A ministra da Corte Rosa Weber, que também é  presidente do Tribunal Superior Eleitoral, disse, por sua vez, que a disseminação de fake news, durante as Eleições 2018, é um problema de “difícil equacionamento”. “Vamos esperar que os fatos aconteçam. E quando acontecerem, se acontecerem, a Justiça Eleitoral dará a devida resposta no campo adequado, que é o jurisdicional”, disse Weber.

*Com informações da Agência PT de Notícias, com informações do Consultor Jurídico.

Compartilhe e Comente

Faça uma doação ao JGB

Redes sociais do JGB

Publicidade

Publicidade

+ Publicações >>>>>>>>>

Manchete

Colunistas e Artigos

Sobre o autor

Redação
O Jornal Grande Bahia (JGB) é um portal de notícias com sede em Feira de Santana e abrange as Regiões Metropolitanas de Feira de Santana e Salvador. Para enviar informações, fazer denúncias ou comunicar erros do jornal mantenha contato através do e-mail: [email protected]r