Estados Unidos confirmam sanções contra o Irã: oito países serão isentos

Michael Richard Pompeo: oito países, porém, devem beneficiar de derrogações e serão temporariamente autorizados a continuar a importar petróleo iraniano, mas apenas porque eles reduziram significativamente suas importações de petróleo bruto, avançando para o fim definitivo dessas importações de petróleo.

Michael Richard Pompeo: oito países, porém, devem beneficiar de derrogações e serão temporariamente autorizados a continuar a importar petróleo iraniano, mas apenas porque eles reduziram significativamente suas importações de petróleo bruto, avançando para o fim definitivo dessas importações de petróleo.

Os Estados Unidos confirmaram formalmente nesta sexta-feira (02/11/2018) a reintegração em 5 de novembro de todas as “sanções que haviam sido retiradas sob o acordo nuclear iraniano” de 2015, o qual Donald Trump decidiu abandonar. Oito países, no entanto, se beneficiarão de derrogações.

As sanções que Washington pretende restabelecer na próxima segunda-feira (5) afetarão os setores de energia, construção naval, navegação e bancos. “Para maximizar os efeitos da campanha de pressão do presidente Donald Trump, trabalhamos em estreita colaboração com outros países para minimizar as exportações de petróleo iranianas”, disse nesta sexta-feira (2) o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo.

“Oito países, porém, devem beneficiar de derrogações e serão temporariamente autorizados a continuar a importar petróleo iraniano, mas apenas porque eles reduziram significativamente suas importações de petróleo bruto, avançando para o fim definitivo dessas importações de petróleo “, explicou Pompeo.

Entre esses países, cuja lista será publicada na segunda-feira, nenhum faz parte da União Europeia, já antecipou o chefe da diplomacia do bloco. A Turquia, por outro lado, deve participar das derrogações. Foi o que declarou o ministro turco da Energia, Fatih Dönmez, citado pela agência estatal Anadolu. “Ainda não recebemos os detalhes”, acrescentou. A Coreia do Sul, a Índia e até a China também podem estar entre os estados que se beneficiarão de isenções.

Empresas também serão sancionadas

O secretário do Tesouro norte-americano, Steven Mnuchin, também indicou que 700 pessoas ou entidades que seriam adicionados à lista negra dos EUA: 400 que haviam sido retiradas após o acordo de 2015, além de 300 adicionais. Os Estados Unidos também desejam cortar relações com instituições financeiras iranianas atingidas pelas sanções do sistema bancário internacional Swift, com exceção de “operações humanitárias”, disse Mnuchin. Sua lista também será publicada na próxima segunda-feira.

A União Europeia, a França, Alemanha e o Reino Unido reafirmaram nesta sexta-feira em uma declaração conjunta a determinação de continuar a implementação do acordo nuclear iraniano e proteger atores econômicos europeus, após a decisão de Washington de restaurar as sanções contra Teerã.

Eles disseram “lamentar profundamente” a retomada das sanções a partir de 5 de novembro, após a retirada dos Estados Unidos do acordo de 2015.

*Com informações da RFI.

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