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Em outubro de 2018, inflação na Região Metropolitana de Salvador fica em 0,46%

IBGE divulga, em novembro de 2018, Tabela IPCA com variação mensal dos últimos 12 meses.

IBGE divulga, em novembro de 2018, Tabela IPCA com variação mensal dos últimos 12 meses.

Em outubro de 2018, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medida oficial da inflação do país, acelerou pelo segundo mês consecutivo na Região Metropolitana de Salvador (RMS) e ficou em 0,46%.

Ficou, assim, acima da taxa de setembro deste ano (0,35%), igualando-se ao índice de outubro de 2017 (0,46%). A inflação de outubro/18 na RMS foi bem próxima à do país como um todo (0,46%).

No mês, o IPCA ficou mais alto na Região Metropolitana de Porto Alegre (0,72%), no município de Campo Grande (0,71%) e na Grande Vitória/ ES (0,70%). Por outro lado, os menores índices foram registrados no município de São Luís/MA (0,37%) e nas RMs de Recife (0,21%) e do Rio de Janeiro (0,21%).

Com a aceleração de outubro, o IPCA acumulado no ano na RM Salvador subiu para 3,78% (havia ficado em 3,30% em setembro), situando-se ainda um pouco abaixo da média nacional (3,81%). Nos 12 meses encerrados em outubro, o índice também acelerou discretamente em Salvador, para 3,61%, frente aos 3,60% dos 12 meses encerrados em setembro. Entretanto, também se mantém menor que o do país como um todo (4,56%).

A tabela a seguir mostra o IPCA para Brasil e áreas pesquisadas, no mês, acumulados no ano e nos 12 meses encerrados em outubro.

Em outubro, 8 dos 9 grupos têm alta no IPCA, mas Alimentação e Bebidas (0,65%) e Transportes (0,88%) respondem por ¾ do índice, na RMS

Em outubro, a inflação medida pelo IPCA na Região Metropolitana de Salvador (0,46%) foi bastante disseminada, com altas em oito dos nove grupos de produtos e serviços que compõem o índice. Ainda assim, os aumentos em Alimentação e Bebidas (0,65%) e Transportes (0,88%) responderam por ¾ do IPCA do mês na RMS.

Os preços médios dos alimentos aceleraram pelo segundo mês consecutivo, com contribuição maior dos itens consumidos em casa (+0,94%). Um exemplo foi o tomate, que, com uma forte elevação de 47,85% em outubro, se tornou o produto com maior aumento acumulado no IPCA do ano de 2018, em Salvador.

Outros produtos alimentícios com altas importantes no mês foram pão francês (+4,14%), queijo (+5,91%), batata-inglesa (+17,66%) e frango inteiro (2,20%).

Entre as despesas com transporte, a gasolina, com aumento de 2,53%, voltou a ser o item que, individualmente, mais contribuiu para a alta do IPCA de outubro na RMS. Já havia sido assim em setembro, quando a gasolina tinha subido 2,28%. O combustível vem aumentando seguidamente desde julho e tem a terceira maior alta acumulada no ano (21,90%).

Os aumentos das passagens aéreas (+10,54%) e do etanol (+2,83%) também foram importantes pressões inflacionários dos transportes em outubro, na Região Metropolitana de Salvador.

Vale destacar ainda o aumento, em outubro, dos gastos com Saúde e Cuidados Pessoais (+0,59%), que tiveram sua segunda maior taxa neste ano, na RMS, puxados, sobretudo, por produtos de cuidados pessoais (+0,95%) e pelos planos de saúde (+0,68%).

As despesas com Habitação foram as únicas que tiveram queda, em média (-0,14%), na RM Salvador, em outubro. Uma das principais influências nesse sentido veio da energia elétrica (-2,83%), que teve sua segunda deflação seguida, embora ainda acumule, no ano de 2018, a segunda maior alta (23,49%).

Os recuos do grupo Habitação e da energia elétrica na Região Metropolitana de Salvador foram em sentido contrário ao que se verificou na média do país, em que houve alta tanto da energia (0,12%) quanto das despesas com moradia como um todo (0,14%).

Na RM Salvador, INPC ficou em 0,44% em outubro

Na Região Metropolitana de Salvador, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação das famílias com menores rendimentos, também acelerou pelo segundo mês consecutivo e ficou em 0,44% em outubro, (havia sido de 0,20% em setembro). Situou-se, assim, acima da média nacional (0,40%).

No acumulado no ano, o INPC da RMS ficou em 3,27%, ainda abaixo da média nacional (3,55%); nos 12 meses terminados em outubro, o índice acumula alta de 2,94%, frente a uma média nacional de 4,00%.

*Outras informações sobre o IPCA e o INPC estão disponíveis na Agência IBGE Notícias.

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