Juiz Sérgio Moro diz que refletirá sobre convite para compor Governo Bolsonaro; Grande prêmio pela prisão de Lula é o convite ao cargo de Ministro da Justiça e promessa de indicação como ministro do STF

Juiz federal Sérgio Fernando Moro, grande prêmio por interferir na política nacional, construindo com o impeachment de Dilma Rousseff e condenado o líder trabalhista Lula é a indicação, pelo governo de extrema-direita de Jair Bolsonaro, ao cargo de Ministro da Justiça e promessa de indicação ao cargo de ministro do STF.

Juiz federal Sérgio Fernando Moro recebe como grande prêmio, por interferir na política nacional, construindo com o impeachment de Dilma Rousseff e condenado o líder trabalhista Lula, a indicação, pelo governo de extrema-direita de Jair Bolsonaro, ao cargo de Ministro da Justiça e promessa de indicação ao cargo de ministro do STF.

O juiz federal Sergio Moro, responsável pelo julgamento de casos da Operação Lava Jato, disse nesta terça-feira (30/10/2018) que, se confirmado o convite para compor o governo eleito de Jair Bolsonaro (PSL), irá refletir sobre o assunto. O magistrado disse que se sentiu “honrado” pela lembrança.

Em nota, Moro agradeceu o convite. “Sobre a menção pública pelo senhor presidente eleito ao meu nome para compor o Supremo Tribunal Federal quando houver vaga ou para ser indicado para ministro da Justiça em sua gestão, apenas tenho a dizer publicamente que fico honrado com a lembrança. Caso efetivado oportunamente o convite, será objeto de ponderada discussão e reflexão.”

Ontem (29), em entrevista exclusiva à TV Record, o presidente eleito disse que em breve vai conversar com o magistrado, que mora em Curitiba, mas não disse quando será o encontro.

Durante o mandato de quatro anos, Bolsonaro poderá fazer duas indicações ao Supremo. A próxima vaga será aberta em 2020, quando o ministro Celso de Mello completará 75 anos e deve ser aposentado compulsoriamente. No ano seguinte, será a vez do ministro Marco Aurélio deixar a Corte.

Eleição de Bolsonaro e a atuação do juiz Sérgio Moro

Eleito presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL/RJ) é um político de extrema-direita identificado por setores da mídia com as ideias do totalitarismo, nazismo, fascismo, antissemitismo, misoginia, segregacionismo contra negros e grupos minoritários, que professa discurso do ódio, vinculado a prática da violência física como forma de obter a redução do conflito social, e que usa a religião e o nome de Deus para obter consentimento eleitoral.

Sobre o processo eleitoral 2018, os ataques ao Partido dos Trabalhadores (PT) e a prisão do líder trabalhista Luiz Inácio Lula da Silva, observa-se que o juiz federal Sérgio Moro atuou com “primor” para eleger o antípoda da democracia e será premiado com a indicação ao cargo de Ministro da Justiça e promessa de indicação ao cargo de ministro do STF.

Observa-se que o poder e o dinheiro estão entre os elementos que corrompe os seres humanos no contexto das relações políticas e das ações que engendram. Observa-se, também, que as ações prenunciam as intencionalidades e revelam os objetivos e que, no devido tempo, suposições se tornam realidades e os pseudos moralistas e éticos são expostos aos reais interesses aos quais serve e as ideologias com as quais se identificam.

*Com informações da Agência Brasil.

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