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Feira de Santana: Vereador avalia atual cenário político brasileiro

Cadmiel Pereira: o Brasil exige dos políticos caráter, vergonha na cara e ideias claras e transparentes.

Cadmiel Pereira: o Brasil exige dos políticos caráter, vergonha na cara e ideias claras e transparentes.

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal de Feira de Santana, na sessão ordinária desta segunda-feira (22/10/2018), o vereador Cadmiel Pereira (PSC) defendeu a necessidade de gestão de políticos comprometidos com a ética e o bem-estar da população brasileira. Na oportunidade, o edil avaliou a atual conjuntura do Partido dos Trabalhadores (PT). “O Brasil exige dos políticos caráter, vergonha na cara e ideias claras e transparentes. O PT está definhando com o desespero já batendo na UTI, agora atribui a derrota ao WhatsApp. Quem derrotou o PT foi a sua defesa à legalização do aborto, foi a ideia de que o nordestino é fã do assistencialismo social”, criticou Cadmiel.

Em aparte, a vereadora Eremita Mota (PSDB) questionou o edil sobre a conjunta política do partido Democratas. “Nobre colega, eu lhe pergunto, então: quem derrotou o DEM?”, arguiu.

De volta com a palavra, o vereador do PSC respondeu. “A velha política derrotou o DEM. José Ronaldo, mude de partido, vá para quem lhe quer ou, então, assuma as rédeas, e mude esse partido”, sugeriu.

Cadmiel Pereira avalia conjunta política atual

“Quero falar sobre a desmoralização das grandes redes de TV; um candidato que não tinha fundo partidário, com apenas oito segundos de TV, que não participou de debates, que não tinha muitos deputados na Câmara, mostrou à Globo que quando a vontade é do povo, não tem como não ganhar. A emissora está desesperada, pois perde audiência a cada dia. Será uma vergonha o que a Globo vai passar com a vitória de Bolsonaro. Foram 13 toneladas de papel retiradas do município de Feira, santinhos espalhados no chão, isso com o dinheiro público e quem pagou o preço do fundo partidário foi o povo: R$ 1.200.000,00”, pontuou Cadmiel.

O edil repercutiu ainda a visita do governador Rui Costa à Feira de Santana, na manhã desta segunda-feira (22). “Hoje, vem o governador fazer coletiva de imprensa, para no meio, falar mal do candidato à Presidência. Se quer fazer campanha pegue seu carro, abasteça com seu dinheiro e faça campanha com seu carro. Crime eleitoral é se apropriar do erário público pra afazer campanha. Já está mostrado um caráter defeituoso. No final do primeiro turno correu para Feira com medo de Ronaldo e agora com medo de Bolsonaro”, disse.

E continuou. “Eu pensei que Rui viria para da resposta ao povo do Caseb sobre a Lagoa Grande, dá resposta da licitação do novo hospital, resolver questões de feminicídios, sobre a construção do Centro de Convenções, a construção de escolas públicas e outras promessas não cumpridas.  Mas não. Veio audaciosamente, alimentando mentiras, tratando sobre legalização do aborto, da ideologia de gênero, dizer que pastores e padres precisam fazer casamento coletivo de pessoas homossexuais. Líderes religiosos são líderes e não liderados”, disse.

Cadmiel reafirmou que os feirenses e líderes religiosos não são alienados. “Um evangélico pegar um plano de governo de um candidato que visa legalizar o aborto, a ideologia de gênero e dizer que vota nele é imoral, é o fim da ética. Não vamos deixar separar o país. Tem solução para investir no nordeste, que pode voltar a ser pilar de crescimento do Brasil”, argumentou.

Para finalizar, o edil disse que não precisa de migalhas do Governo. “Até hoje ninguém sabe cadê a história da transposição do Rio São Francisco. 12 anos de PT e aconteceu o quê para Feira de Santana? Nada. Fora Temer. Precisamos de mais atuação do Governo do Estado para Feira de Santana e toda a Bahia. Pagamos impostos e queremos retorno. O povo rejeitou o conchavo, o colôio. Mas, dias melhores virão”, avaliou.

Em aparte, o vereador Isaías de Diogo (PSC) disse concordar em parte com Cadmiel. “Este vereador saiu candidato e recebeu recursos do Fundo Partidário, mas no dia da eleição vir pessoas manuseando muito papel. Mas, dizer que sou irresponsável por isso, não. Teve candidato a deputado estadual que não recebeu nada do partido. Eu recebi R$ 70 mil para correr toda a Bahia. Os recursos foram mal divididos”, revelou.

Para finalizar, Cadmiel afirmou que é contra o Fundo Partidário e o patrocínio público com o dinheiro do povo. “Dinheiro que deveria ir para a saúde. Fora PT para melhorar o Brasil”, findou.

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