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Eleições 2018: Professores da UEFS mobilizados para barrar o crescimento do fascismo; Jair Bolsonaro é criticado por membros do movimento

Candidato à presidência da República de extrema-direita, Jair Bolsonaro (PSL/RJ) é um político identificado por setores da mídia com as ideias do nazismo, fascismo, antissemitismo, misoginia, segregacionismo contra negros e grupos minoritários, que professa discurso do ódio, vinculado a prática da violência física como forma de obter a redução do conflito social, e que usa a religião e o nome de Deus como forma de obter consentimento eleitoral.

Candidato à presidência da República de extrema-direita, Jair Bolsonaro (PSL/RJ) é um político identificado por setores da mídia com as ideias do nazismo, fascismo, antissemitismo, misoginia, segregacionismo contra negros e grupos minoritários, que professa discurso do ódio, vinculado a prática da violência física como forma de obter a redução do conflito social, e que usa a religião e o nome de Deus como forma de obter consentimento eleitoral.

Engajados na defesa intransigente da democracia, os professores da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) têm intensificado as ações de combate às ameaças fascistas que tem crescido na sociedade. Estão sendo organizadas mobilizações dentro e fora do campus, com panfletagem, ato público e diálogo com a comunidade externa. Ações também ocorreram no último sábado (20/10/2018) e domingo (21). Ainda houve debates na universidade. As atividades continuam nesta semana.

Na última quinta-feira (18), a categoria esteve no bairro Feira VI para panfletar. Na sexta (19) houve ato público no Centro de Feira de Santana e, no dia 20, os docentes endossaram o Ato pela Vida das Mulheres, em Defesa da Democracia e dos Nossos Direitos, promovido por diversas entidades de Feira de Santana e realizado em frente à Prefeitura Municipal. No domingo (21), a diretoria da Adufs serviu um café da manhã na feira livre do bairro Cidade Nova.

As atividades são organizadas por diversas entidades, como a Adufs, o Diretório Central dos Estudantes (DCE/Uefs), o Comitê em Defesa da Democracia e contra o Fascismo, a Frente Nenhum Direito a Menos e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Terceiro Grau do Estado da Bahia (Sintest).

Defesa do Estado Democrático

Os docentes que usaram os espaços das mobilizações para falas ressaltaram, de forma veemente, a necessidade de todos reagirem ao crescimento da violência e da cultura do ódio, usados pelas forças políticas de direita e extrema-direita, a exemplo do candidato à presidente Jair Bolsonaro (PSL/RJ), com a finalidade de negar a cidadania àqueles historicamente desfavorecidos e reprimir as liberdades individuais.

A categoria defendeu que a xenofobia, misoginia, LGBTfobia, racismo, intolerância política e machismo não devem existir! Paralelamente, as falas convidaram os transeuntes e os atentos às mobilizações a assumirem o compromisso com os princípios do Estado Democrático de Direito e com a luta contra todas as formas de autoritarismo, violência e repressão, a fim do estabelecimento de uma sociedade mais justa, igualitária, solidária e tolerante.

Conforme a Agência Pública, em parceria com a Organização da Sociedade Civil (OSC) Open Knowledge Brasil, houve ao menos 50 ataques de ódio no Brasil nos dez primeiros dias de outubro de 2018. Ainda de acordo com o levantamento, a maior parte das agressões ocorreu nas regiões Sudeste (33), Nordeste (18) e Sul (14).

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