Eleições 2018: O ovo da serpente e a candidatura de Jair Bolsonaro| Por Sérgio Jones

Candidato à presidência da República de extrema-direita, Jair Bolsonaro (PSL/RJ) é um político identificado por setores da mídia com as ideias do nazismo, fascismo, antissemitismo, misoginia, segregacionismo contra negros e grupos minoritários, que professa discurso do ódio, vinculado a prática da violência física como forma de obter a redução do conflito social, e que usa a religião e o nome de Deus como forma de obter consentimento eleitoral.

Candidato à presidência da República de extrema-direita, Jair Bolsonaro (PSL/RJ) é um político identificado por setores da mídia com as ideias do nazismo, fascismo, antissemitismo, misoginia, segregacionismo contra negros e grupos minoritários, que professa discurso do ódio, vinculado a prática da violência física como forma de obter a redução do conflito social, e que usa a religião e o nome de Deus como forma de obter consentimento eleitoral.

De acordo com pesquisa que aponta a súbita ascensão do Jair Bolsonaro (PSL/RJ) devido as orquestradas e urdidas ações promovidas pela direita e extrema direita, com o apoio inconteste do Partido da Imprensa Golpista (PIG), no país. Nesse caldo de cultura, o que poderia cair melhor do que um mensageiro do ódio, do ressentimento, da violência de baixos instintos?

Este filme todos nós já vimos, para o horror da humanidade, que no passado mais recente da história foi surpreendida com o crescimento do nazi-fascismo na Europa. Deixando como rescaldo, a implantação dos sucessivos títeres, na América Latina, na década de 1960. O surgimento de todo este horror foi orquestrado sob a batuta do grande Avatar, os Estados Unidos.

Como alguém já citou, com muita propriedade, Bolsonaro voa como um pato no céu dessa distopia. Em que diz que vai acabar com o banditismo no país, quando ele é uma espécie não muito rara desta realidade. Nunca é demais lembrar que esta Besta Humana já foi eleita sete vezes, de forma sucessiva, no Rio de Janeiro. Estado da federação, considerado como um dos mais devastados pelo banditismo. Que fez ele, ao longo de quase 28 anos, para mudar esta realidade?

Pelo deslocamento da carruagem, o que ele fará para modificar o Brasil para “melhor” será o mesmo que ele fez em relação ao Rio de Janeiro, nada. Mais uma vez a direita truculenta vai tentar se beneficiar devido ao elevado índice da falta de politização de nosso povo. Vítima de sucessivos modelos políticos que sempre preteriram o direito das massas. Para atender os “direitos” de um reduzido e ínfimo interesses de uma classe despótica que a exemplo dos parasitas e vampiros, vivem a drenar o sangue, coração e mentes desta grande massa de indigentes sociais que volta a tomar conta do Brasil.

*Sérgio Antônio Costa Jones é jornalista e colaborador do Jornal Grande Bahia.

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