Eleições 2018: Jair Bolsonaro quer mudar posição do país no cenário externo, presidente nacional do PSL

Gustavo Bebianno, presidente nacional do PSL.

Gustavo Bebianno, presidente nacional do PSL.

Depois de uma visita de mais de uma hora ao candidato Jair Bolsonaro, o presidente do PSL, Gustavo Bebianno, disse que, se o capitão da reserva for eleito, a participação do Brasil no cenário internacional vai mudar “radicalmente”. O advogado afirmou que, diferentemente da Europa, a esquerda latino-americana é atrasada e baseada em ideologia bolivariana.

“A gente pretende, seguindo os caminhos da democracia e da legalidade, livrar o Brasil desse mal”, disse.

Perguntado sobre a situação da Venezuela, Bebianno, ponderado, lembrou que é preciso respeitar a soberania dos países. Mas, acrescentou que, caso o PSL saia vitorioso, será feita uma pressão política sobre a situação. “Reclamando e pleiteando pelos direitos humanos que tem que ser impostos e recair sobre essa população que sofre essa perseguição e que é obrigada a se calar sob pena de morte. Lá sim, que os direitos humanos têm que funcionar, lá sim que a ONU e a OEA têm que se manifestar”, descreveu Bebianno.

Presença constante na casa de Bolsonaro, o advogado afirmou que a política de direitos humanos desenhada pela campanha terá um braço destinado a “ajudar este tipo de gente que sofre na mão de ditaduras que foram financiadas e são apoiadas até hoje por facções criminosas como o PT”.

Sobre críticas a Bolsonaro, como ser chamado de fascista, Bebbiano afirmou que o PT é quem “aprecia” o atual regime venezuelano e os 50 anos de ditadura em Cuba que levou milhares de pessoas a arriscarem suas vidas para escapar a nado para os Estados Unidos, “fugindo de um fascínora, de um débil mental chamado Fidel Castro. Esse tipo de ditadura é aplaudida pela elite intelectual brasileira, por parte da mídia e pelo senhor Haddad e o Partido dos Trabalhadores”.

O advogado afirmou que o clima na residência de Bolsonaro é de otimismo. O candidato, segundo ele, está bem e vai acompanhar a apuração apenas com familiares e amigos mais próximos. Pouco antes do encerramento das votações, entraram na residência Onyx Lorenzoni – cotado para a Casa Civil, ao lado do senador Magno Malta (PR) e do General Heleno, cotado para a Defesa.

“Confiança nós temos, mas quero ver é preto no branco”, afirmou o militar.

*Com informações da Agência Brasil.

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