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Eleições 2018: Em Feira de Santana, senador eleito Angelo Coronel diz que disputa “se ganha é na urna” e que Fernando Haddad é o mais preparado para fazer Brasil sair da crise

Senador eleito Angelo Coronel participa de reunião com lideranças da região de Feira de Santana e defende que eleitores votem em Fernando Haddad para presidente da República.

Senador eleito Angelo Coronel participa de reunião com lideranças da região de Feira de Santana e defende que eleitores votem em Fernando Haddad para presidente da República.

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia e Senador eleito, Angelo Coronel, participou hoje (22/10/2018), ao lado do governador Rui Costa, de uma reunião com 70 prefeitos e centenas de vereadores e lideranças políticas de Feira de Santana e região para pedir trabalho e muito empenho pela vitória de Fernando Haddad no próximo domingo, no segundo turno das eleições presidenciais. “Eleição se ganha é na urna. Se pesquisa fosse resultado final, eu não seria Senador, assim como, nas eleições anteriores, não teriam sido Otto Alencar, Lídice da Matta e Walter Pinheiro. Quem não se lembra da eleição Paulo Souto contra Wagner? E, em 2014, as pesquisas apontavam que Dilma perderia para Aécio. O que importa mesmo será o voto na urna, no domingo”, diz Angelo Coronel.

O Senador eleito pelo PSD diz que Haddad será eleito e que o Brasil irá escapar da tentação autoritária. “Quando ouvimos do filho do candidato do PSL que o STF pode ser fechado, estamos diante de uma tentação autoritária, que ameaça instituições que são pilares da democracia. Ameaçar fechar o Congresso e fechar o Supremo mostra que o risco de regressarmos à ditadura é real. Não aceitamos ser mandados, queremos diálogo e inclusão. E o candidato que pode fazer hoje isso no país é Fernando Haddad, goste-se ou não do PT. Quando Hitler ameaçava o mundo, os Estados Unidos fizeram aliança com o seu principal inimigo que era a União Soviética. Quando o mal é maior, todos têm que se unir”, prega Angelo Coronel.

De acordo com o presidente do Legislativo baiano, a eleição de Haddad significa muito para os baianos e para o governo de Rui Costa. “Muitos empresários dizem: ‘Rui não precisa do Governo Federal’. Precisa, sim. Somos a quarta população do Brasil e o vigésimo Estado em arrecadação de impostos. O governador Rui Costa realmente fez milagre, mas a corda está encurtando e precisamos de mais recursos do Governo Federal para tocar obras importantes de estradas, hospitais e escolas. A eleição de Haddad, portanto, é fundamental para os baianos”, argumenta Coronel.

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Sobre o autor

Carlos Augusto
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518), Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (SINJORBA), Associação Brasileira de Imprensa (ABI Nacional, Matrícula nº E-002907) e Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia).