Infraero prorroga edital para exploração comercial em três aeroportos; áreas permitem negócios de hotelaria e megalojas, entre outros

Vista panorâmica do Aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.

Vista panorâmica do Aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.

A Infraero informou nesta sexta-feira (14/09/2018) que prorrogou até 9 de outubro o prazo para recebimento dos pedidos de participação no chamamento público destinado a conceder para exploração comercial a área externa de três aeroportos: de Curitiba (PR), Goiânia (GO) e Jacarepaguá (RJ).

Inicialmente, o prazo venceria na próxima segunda-feira (17), mas sofreu prorrogação por “conveniência administrativa”. O certame contempla área de 5 mil metros quadrados (m²) no Aeroporto de Internacional de Curitiba; outra de 11,41 mil m² no Aeroporto de Jacarepaguá; e a terceira de 24,80 mil m² no Aeroporto de Goiânia.

Os espaços podem abrigar negócios nos segmentos de hotéis, centros comerciais, estacionamentos, megalojas, homecenters, postos de gasolina, concessionárias de veículos, hangares e parques de abastecimento de aeronaves.

Segundo a empresa, o objetivo do chamamento é melhorar ainda mais a experiência de quem frequenta seus aeroportos. As empresas interessadas em participar do chamamento deverão solicitar autorização à Infraero para realização dos estudos, conforme edital publicado.

“Após a liberação da Infraero, as interessadas terão prazo de 70 dias para apresentar Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEAs), contendo relatórios mercadológicos, estudos de engenharia, ambiental, de avaliação econômico-financeira e matriz de riscos para implantação de empreendimentos comerciais”, informou a assessoria da Infraero.

A proposta que for declarada vencedora vai embasar o processo licitatório que definirá a empresa responsável pela execução e exploração do empreendimento comercial.

Além dos três lotes disponibilizados no chamamento público, a Infraero informou ainda que conta com mais de 3 milhões de metros quadrados em áreas comerciais disponíveis em toda a sua rede de 55 aeroportos.

“Para esses espaços, o mercado pode sinalizar os potenciais empreendimentos que os terminais podem receber, resultando em novos chamamentos”, disse a assessoria.

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Sobre o autor

Carlos Augusto
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518), Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (SINJORBA), Associação Brasileira de Imprensa (ABI Nacional, Matrícula nº E-002907) e Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia).