+ Manchetes >

Ex-presidente Dilma Rousseff desmascara novas mentiras de Antonio Palocci e Rede Globo

Em todos os períodos eleitorais do qual a presidenta eleita participou, a Rede Globo criou factóides a fim de atingir a imagem, a honra e a autoridade política de Dilma Rousseff. Foi assim em 2010, 2014 – nos dois turnos – e, agora, em 2018.

Em todos os períodos eleitorais do qual a presidenta eleita participou, a Rede Globo criou factóides a fim de atingir a imagem, a honra e a autoridade política de Dilma Rousseff. Foi assim em 2010, 2014 – nos dois turnos – e, agora, em 2018.

Sobre as velhas declarações de Antonio Palocci, exibidas mais uma vez como novas pela Rede Globo de Televisão, a Assessoria de Imprensa de Dilma Rousseff informa:

1. Em todos os períodos eleitorais do qual a presidenta eleita participou, a Rede Globo criou factóides a fim de atingir a imagem, a honra e a autoridade política de Dilma Rousseff. Foi assim em 2010, 2014 – nos dois turnos – e, agora, em 2018.

2. A Globo ajudou a criar as condições para o Golpe de 2016, quando envenenou o ambiente e incitou o impeachment fraudulento e sem crime de responsabilidade, que tirou Dilma Rousseff da Presidência da República.

3. Às vésperas das eleições de 2010 e 2014 lançou acusações e fomentou escândalos, usando fatos que posteriormente se mostraram infundados. Em outros momentos “repercutiu”, de forma quase orquestrada, a campanha difamatória promovida por outros veículos de mídia, antes, durante e depois do Golpe de 2016.

4. Agora, a Globo traz à tona uma nova declaração do senhor Antonio Palocci. Na verdade, ressuscita o senhor Palocci, que de forma desesperada está disposto a tudo, à mais deslavada mentira, à mais fantasiosa invenção para sair da prisão. E, mais uma vez, um testemunho sem provas, calcado em inverdades.

5. Nessa velha “delação implorada”, o senhor Palocci tem a mesma conduta mentirosa apresentada em outros depoimentos a autoridades da Polícia Federal e do Ministério Público Federal. Tudo com o propósito de obter um acordo que o permita deixar a prisão.

6. Novamente, o senhor Palocci repete a ficção de reuniões com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a então ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Jamais existiram reuniões sobre tais temas.

7. A ficção de Palocci chega ao ponto de criminalizar a atuação dos ex-presidentes Lula e Dilma por orientar investimentos de fundos de pensão. Transforma uma ação administrativa em crime, de maneira irresponsável e criminosa. Difamação e injúria sistematicamente cometidas. Mais uma vez, um testemunho sem provas ou indícios. Em todo o mundo, fundos de pensão investem em projetos de longo prazo que garantem retornos seguros. É o caso da Usina de Belo Monte.

8. Sobre a “atuação de Lula” na negociação da compra de caças para as Forças Armadas, a denúncia do senhor Palocci não é apenas patética, mas pífia. É público e notório que o acordo com a França jamais prosperou.

9. O acordo e a parceria para a construção dos caças foi feito com a Suécia, no governo da Presidente Dilma Rousseff, cinco anos depois do presidente Lula sair do governo. Daí que não se sustenta a ficção do senhor Palocci em torno de um pedido de propina nas negociações entre os governos brasileiro e francês.

10. A estratégia da Globo, repetida nas últimas três eleições, de macular as imagens dos ex-presidentes Lula e Dilma, mais uma vez, não surtirá efeito.

11. Assim como em 2010 e 2014, a presidenta Dilma conquistou o apoio do povo brasileiro e venceu duas eleições presidenciais.

12. Lula tem sua liderança política reconhecida pelo povo brasileiro. Há, no mundo, um clamor por sua libertação. Lula é inocente e foi condenado sem provas.

13. Por isso, nada poderá deter a vitória do PT nas eleições de outubro. Em Minas e no Brasil.

Compartilhe e Comente

Redes sociais do JGB

Faça uma doação ao JGB

Publicidade

Publicidade

+ Publicações >>>>>>>>>

Manchete

Colunistas e Artigos

Sobre o autor

Carlos Augusto
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518), Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (SINJORBA), Associação Brasileira de Imprensa (ABI Nacional, Matrícula nº E-002907) e Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia).