Eleições 2018: no dia de São Cosme e São Damião, o candidato ao Senado Angelo Coronel prega ecumenismo e tolerância religiosa

Jaques Wagner e Angelo Coronel em caminhada pelos municípios de Barra do Mendes, Ibipeba, Ibititá, Lapão e Irecê.

Jaques Wagner e Angelo Coronel em caminhada pelos municípios de Barra do Mendes, Ibipeba, Ibititá, Lapão e Irecê.

O candidato ao Senado na Coligação Mais Trabalho Por Toda a Bahia, Angelo Coronel, disse nesta quinta-feira (27/09/2018), que o dia dedicado aos santos gêmeos, São Cosme e São Damião, representa uma das tradições mais inclusivas da Bahia. “Os católicos, como eu, adoram comer o ‘caruru de São Cosme’, mesmo preceito que têm os adeptos do candomblé. Hoje vou para um caruru de preceito, à noite, mas vou moderar, por causa da cirurgia que fiz há duas semanas. O povo da Bahia, ao longo de sua história, sempre deu provas de tolerância religiosa, de repúdio ao racismo e de respeito à preferência sexual de cada um”, disse Angelo Coronel, que foi saudado, ao lado de Wagner, como a dupla ‘Cosme e Damião’ da Caravana da Correria, que passou hoje pelos municípios de Barra do Mendes, Ibipeba, Ibititá, Lapão e Irecê.

Coronel garante que vai levar para o Congresso Nacional a bandeira do ecumenismo e do respeito à religiosidade de cada um dos brasileiros. “Sou católico, mas como político sempre fui um ecumênico, respeitando todos os credos e religiões. Vou a sinagogas, a templos evangélicos e católicos, a casas espíritas, a terreiros de candomblé. A tolerância religiosa é muito importante para que a gente conquiste a paz social. Sou o candidato a Senador dos católicos, dos evangélicos, dos espíritas, dos adventistas, dos umbandistas, do povo do candomblé, dos judeus, dos muçulmanos”, ressalta o candidato do PSD ao senado.

Angelo Coronel elogiou as iniciativas dos governos de Jaques Wagner e de Rui Costa de fazer com que o Governo do Estado atuasse no programa de reforma dos terreiros de candomblé e na recuperação de igrejas católicas que possuem valor artístico e patrimonial. “Como presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, também atendi a uma reivindicação antiga dos evangélicos e fiz a instalação do painel em homenagem à Bíblia Sagrada no plenário da ALBA. Foi um pedido dos evangélicos, mas contempla todos os cristãos que se guiam pelas Escrituras”, explica.

Angelo Coronel lembrou que foi o governador Jaques Wagner que atendeu a uma antiga demanda do Movimento Negro da Bahia e dos Terreiros de Candomblé, com a promulgação do Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa da Bahia – Lei 13.182 – de junho de 2014. “Trata-se de uma conquista de todos aqueles que, na Bahia, lutaram contra o racismo e tantas formas veladas de discriminação racial e também contra a intolerância religiosa, sobretudo contra os cultos de matriz africana. O Estatuto foi o primeiro regulamento estadual do país sobre esse tema. Junto com Wagner e com Otto, vamos levar essa discussão para o Senado Federal, para que a lei se torne nacional, alcançando todo o território brasileiro”, diz o candidato 555.

A caravana da ‘Correria pela Bahia’ pelos municípios de Barra do Mendes, Ibipeba, Ibititá, Lapão e Irecê contou com a presença do senador Otto Alencar.

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