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Eleições 2018: Em Feira de Santana, Angelo Coronel se compromete no Senado com política de desenvolvimento do semi-árido

Angelo Coronel participa de ato de campanha eleitoral em Feira de Santana.

Angelo Coronel participa de ato de campanha eleitoral em Feira de Santana.

O candidato ao Senado na Coligação MAIS TRABALHO POR TODA A BAHIA, Angelo Coronel, garantiu nesta segunda-feira (10/09/2018), durante caminhada pelas ruas do centro de Feira de Santana, que irá trabalhar no Senado pelo desenvolvimento do semi-árido nordestino, com a aplicação de tecnologias que permitam que o sertanejo conviva com a seca. “Os governos Lula e Dilma instalaram 1,2 milhão de cisternas em todo País, sendo 1,1 milhão só no Nordeste. O programa ganhou, em 2017, o Prêmio de Política para o Futuro. No Senado, vou trabalhar pela ampliação desse programa, além de propor novas alternativas tecnológicas para o semi-árido. O sertanejo não precisa de ‘frentes de trabalho’, mas de oportunidades para conviver e se desenvolver mesmo com a seca”, diz Coronel.

O candidato ao Senado, pelo PSD, relembra também uma iniciativa exitosa do Exército Brasileiro, que desenvolveu tecnologia para que poços artesianos sejam movidos a energia solar. “O Sol que castiga a terra é o mesmo Sol que pode servir como fonte de energia para movimentar bombas hidráulicas e garantir o armazenamento de 10 mil litros de água em cada poço. As prefeituras reduzem suas despesas com eletricidade, passando a operação para as comunidades, que terão água de boa qualidade com baixo custo. A experiência já foi feita na Bahia, no Rio Grande do Norte e na Paraíba. Agora, precisamos difundir essa tecnologia para todo o Brasil, principalmente para o Nordeste”, diz o candidato da Coligação MAIS TRABALHO POR TODA A BAHIA.

Candidato ao Senado ao lado do ex-governador Jaques Wagner, Angelo Coronel diz que outra boa experiência que irá apoiar na Câmara Alta do país é a das cooperativas, lembrando o exemplo da Coopercuc, na região de Uauá, no semiárido baiano. “Há mais de uma década, a Coopercuc trabalha com mulheres do semiárido, em Canudos, Uauá e Curaçá, na colheita do umbu, maracujá e goiaba, produzindo doces, sucos e geleias. São as frutas nativas da caatinga gerando emprego e renda para milhares de pessoas. O umbuzeiro, que tem como principal característica o armazenamento de água, pode sobreviver nos longos períodos de seca. Precisamos investir mais em pesquisa e desenvolvimento para que o umbu seja disseminado por todo o Nordeste”, aposta Angelo Coronel.

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Sobre o autor

Carlos Augusto
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518), Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (SINJORBA), Associação Brasileira de Imprensa (ABI Nacional, Matrícula nº E-002907) e Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia).