Dez milhões de norte-americanos estão ameaçados pelo furacão Florence; Carolinas do Sul e do Norte, Geórgia, Virginia e Maryland estão em estado de emergência

Vista aérea do furacão Florence.

Vista aérea do furacão Florence.

Com a aproximação do furacão Florence do continente norte-americano, mais estados assinaram decretos de estado de emergência e colocaram a população em alerta. Estão em estado de emergência, as Carolinas do Sul e do Norte, Geórgia, Virginia e Maryland, nos Estados Unidos da América (EUA). Mais de 10 milhões de pessoas moram na região que poderá ser impactada, direta ou indiretamente, pela passagem do furacão.

A maior preocupação do país é com a situação das Carolinas do Sul e do Norte, estados onde mais de 1,5 milhão de pessoas foram orientadas a deixarem as casas obrigatoriamente.

O Florence foi rebaixado para a categoria 3, ainda perigosa, sobretudo pelo alto risco de inundações que poderão ser causadas pelo volume de água que deve chover. Os ventos do furacão, segundo o último boletim da Central Nacional de Furacões (NHC), se movimentam a 193 quilômetros por hora.

Segundo os meteorologistas, o fenômeno meteorológico deve regressar novamente à categoria 4. Tempestades devem começar a cair a partir da noite de hoje ou amanhã cedo.

Outra preocupação é com a altura das ondas que o vento poderá formar antes da chegada do furacão, provocando inundações na área costeira.

O presidente Donald Trump fez outro apelo nessa quarta-feira (12/092/018), para que moradores que não deixaram suas casas, na área de saída obrigatória, saíssem da região.

Segundo a imprensa local, alguns residentes das Carolinas do Sul e do Norte não atenderam prontamente às ordens de saída, sobretudo porque não queriam deixar de trabalhar. O aviso de saída começou a vigorar desde a terça-feira (11).

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Perfil do Autor

Carlos Augusto
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518), Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (SINJORBA), Associação Brasileira de Imprensa (ABI Nacional, Matrícula nº E-002907) e Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).