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“Falta ao Governo da Bahia tomar uma atitude e buscar medidas para reduzir esse triste quadro”, diz líder da Oposição na ALBA sobre Anuário de Segurança 2018

Luciano Ribeiro: é lamentável que há uma década a Bahia seja campeã no número de homicídios em todo o país.

Luciano Ribeiro: é lamentável que há uma década a Bahia seja campeã no número de homicídios em todo o país.

“É lamentável que há uma década a Bahia seja campeã no número de homicídios em todo o país e que mais uma vez pesquisas provem aquilo que os baianos presenciam ou sentem na pele todos os dias, nos últimos anos”, disse o líder da Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa (ALBA), deputado Luciano Ribeiro (DEM), em relação ao resultado do Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2018, que constatou a violência crescente no estado. Segundo a pesquisa, a Bahia concentrou 11% de homicídios com intenção de matar (homicídio doloso), assaltos à mão armada (latrocínios) e lesões corporais seguidas de morte. Os números superam os de estados maiores, como Rio de Janeiro e São Paulo. Na Bahia 6.247 pessoas foram assassinadas ano passado.

“Lembramos que a Bancada vem fiscalizando e denunciando essa grave situação há muito tempo. O que falta mesmo é o governo do estado tomar uma atitude e buscar medidas para reduzir esse triste quadro, com melhores salários para os policiais, mais estrutura e policiamento e com a criação de políticas inclusivas, que criem mais expectativas e oportunidades para crianças e jovens do estado”, enfatizou Luciano ao lembrar que a Liderança da Oposição tem feito vários levantamentos sobre o assunto.

De acordo com o Anuário, o estado de São Paulo com 45,34 milhões habitantes registrou 3.891 de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), contra 6.247 da Bahia que tem 15,2 milhões de pessoas.

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Sobre o autor

Nilson Weisheimer
Doutor em Sociologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS – 2009), Pós-Doutor em Sociologia pela Universidade de São Paulo (USP – 2015), professor adjunto da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), professor permanente do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS/UFRB), líder dos Grupos de Pesquisa do CNPq: Núcleo de Estudos em Agricultura Familiar e Desenvolvimento Rural (NEAF/UFRB) e Observatório Social da Juventude (OSJ/UFRB), e vencedor do Prêmio CAPES de Teses em Sociologia 2010.