Indústria 4.0 quer conhecimento tecnológico e competência relacional

Criatividade, empreendedorismo e a capacidade de trabalhar em equipe tendem a “valer ouro” no garimpo por novos profissionais para um mercado de trabalho cada vez mais influenciado pelas novas tecnologias.
Criatividade, empreendedorismo e a capacidade de trabalhar em equipe tendem a “valer ouro” no garimpo por novos profissionais para um mercado de trabalho cada vez mais influenciado pelas novas tecnologias.
Criatividade, empreendedorismo e a capacidade de trabalhar em equipe tendem a “valer ouro” no garimpo por novos profissionais para um mercado de trabalho cada vez mais influenciado pelas novas tecnologias.
Criatividade, empreendedorismo e a capacidade de trabalhar em equipe tendem a “valer ouro” no garimpo por novos profissionais para um mercado de trabalho cada vez mais influenciado pelas novas tecnologias.

Criatividade, empreendedorismo e a capacidade de trabalhar em equipe tendem a “valer ouro” no garimpo por novos profissionais para um mercado de trabalho cada vez mais influenciado pelas novas tecnologias. E esses valores, segundo uma prospectiva divulgada hoje (05/07/2018) pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), independem do segmento econômico.

Para apontar a tendência para os requisitos cobrados dos profissionais do futuro, o órgão ouviu representantes de empresas, de sindicatos de trabalhadores, de universidades e comitês técnicos setoriais de pelo menos 20 áreas econômicas. “As estruturas empresariais hoje são menos verticalizadas, são mais horizontais e flexíveis. Equipes que trabalham de forma colaborativa são essenciais para se obter ganhos de produtividade e eficiência”, explicou Rafael Lucchesi, diretor geral do Senai.

A maior importância das competências socioemocionais significa, por exemplo, que, no caso de um técnico em química, os empregadores vão priorizar, na seleção dos candidatos, não apenas os conhecimentos em nanotecnologia e sistemas digitais, mas também a capacidade de pensamento crítico, adaptabilidade, flexibilidade e atenção a detalhes. Empresários da área de alimentos e bebidas tendem a buscar um operador de processamento de grãos, por exemplo, pelas noções de automação de controle e processos, de aplicativos de software, mas também pela capacidade de comunicação, gestão de tempo e aprendizagem ativa.

O estudo apresentado pelo Senai abre a 10ª edição da Olimpíada do Conhecimento, que começa hoje em Brasília. Essas tendências do mercado na busca por novos profissionais em áreas diretamente impactadas pelas novas tecnologias terá uma espécie de demonstração na prática durante o evento que acontece de hoje (5) ao dia 8. Diversas experiências em inovação desenvolvidas para melhorar a educação e a qualidade de vida nas cidades estarão expostas no Centro Internacional de Convenções, no Setor de Clubes Esportivos Sul (SCES) de Brasília.

*Com informações da Agência Brasil.

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