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Eleições 2018: O festival de asneiras ditas por Jair Bolsonaro em 80 minutos de entrevista ao programa Roda Viva; confira comentário e vídeo

Em entrevista ao programa Roda Viva, Jair Bolsonaro protagoniza 80 minutos de desinteligência.

Em entrevista ao programa Roda Viva, Jair Bolsonaro protagoniza 80 minutos de desinteligência.

Definitivamente, não se conhece uma pessoa com conhecimento, no contesto filosófico do termo, que vote no candidato à presidente da República Jair Bolsonaro (PSL). A conclusão é decorrente da linguagem e pensamento expresso nas diversas entrevistas que o político, sete vezes eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro, apresenta.

O espetáculo de desinteligência protagonizado pelo reacionário Jair Bolsonaro durante 80 minutos de entrevista ao programa Roda Viva, veiculado nesta segunda-feira (30/07/2018), na TV Cultura de São Paulo, evidência o desconhecimento do político sobre conflito de classes, dívida social, reparação histórica, supressão de direitos civis, crise econômica, soluções para a retomada do desenvolvimento, superação da desigualdade, efeitos históricos da concentração de riqueza e da violência resultante dos 25 anos Ditadura Civil/Militar de 1694, dentre outros temas.

Além do festival de asneiras, culminado com a representação de grotesca desinteligência, o político conseguiu a proeza de, em 80 minutos, nada expressar que interessa ao povo brasileiro a exemplo de solulções aos desafios para retomada do desenvolvimento nacional, com inclusão social.

Algumas das frases ditas por Jair Bolsonaro que representam a inapetência intelectual do político:

Sobre a Ditadura Militar: “Esse pessoal que se dizia torturado. […] Golpe é quando alguém mete o pé na porta”.

Sobre a Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH): “Esses órgãos têm um viés de esquerda”.

Sobre referência a um negro quilombola: “Me referi a um cara que pesava oito arroubas”.

Sobre Eduardo Cunha: “Gostaria de estar mais vezes ao lado dele”.

O que dizer da frase proferida, digna de um mentecapto: “Paulo Guedes é o meu Posto Ipiranga”.

Sobre ação afirmativa: “A minha filha, é justa que esteja na faculdade através de cota? Acho que não, né. Mas o meu sogro é o Paulo Negão”.

Sobre escravidão: “Se for ver a história, os portugueses se quer pisaram na África. Eram os próprios negros que escravizam na África”.

“Vamos falar de mortalidade infantil. Tem muito a ver com os prematuros. É mais fácil um prematuro morrer do que alguém que cumpriu a gestação”.

Confira vídeo

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Sobre o autor

Carlos Augusto
Carlos Augusto Oliveira da Silva (Carlos Augusto) é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF). Atua como jornalista e cientista social. Telefone: (75)98242-8000 | E-mail: [email protected]