É preciso aprender a tirar o belo do feio | Por Alberto Peixoto

Eleição de 2018 é oportunidade para definir modelo de desenvolvimento do país e dos estados.

Eleição de 2018 é oportunidade para definir modelo de desenvolvimento do país e dos estados.

Nos dias de hoje o Brasil passa por um momento de turbulências desesperador. Um “Tsunami Político” que não tem fim! Como se nada disso bastasse, para aumentar esta tragédia, aparece a possibilidade de mais um “Golpe Militar”, o que seria o somatório de tsunami com furacão, acompanhado de um belo terremoto!

Ouvimos alguns coxinhas, claro que acéfalos, no auge de seu desespero, porque não possuem um nome de coalisão para ser lançado nas próximas eleições presidenciais, dizerem que o melhor para o Brasil seria a “Ditadura Militar”.

À vista disso, fica muito mais do que explícito o nível de desinformação de grande parte do brasileiro; vem à tona toda incapacidade de raciocinar que estes acéfalos possuem; a falta de conhecimento da história política deste país e, nos mostrando o quanto o brasileiro, na sua grande maioria – incluindo os políticos – são analfabetos políticos.

Em contrapartida, esta situação pode servir de aprendizado para estes estúpidos que não enxergam o que, na realidade, está acontecendo “em suas vidas”. Desemprego, aumento do custo de vida, perda de direitos trabalhistas, falta de investimentos em educação, saúde, aumento da prostituição entre tantos outros segmentos sociais.

As próximas eleições estão à porta. Chegou a hora de avaliar o que o brasileiro conseguiu aprender nestes dois anos de golpe. Votar nas mesmas “figurinhas carimbadas”? Ou procurar alternativas mais sólidas, o que, efetivamente é muito difícil de encontrar no mundo dos políticos?

É preciso aprender a tirar o belo do feio. Procurar em uma paisagem enlameada um bom ângulo para tirar a melhor foto. É preciso analisar minuciosamente o candidato em que você pretende votar antes de digitar o seu número no teclado da urna eleitoral. O questionamento sobre “os mesmos nomes”, sobre antigos políticos, não significa que não haja, entre estes, bons nomes, pessoas honestas.

Esta possibilidade o eleitor só poderá ter, além de um prévio analise do candidato, procurando se capacitar não só politicamente, mas no âmbito geral. Não só deixando de ignorar a história Política do País, mas também intelectualmente; deixando de ser mais um analfabeto funcional. Infelizmente é o que mais existe no Brasil e o que mais prejudica a Nação.

Que no próximo pleito, você consiga tirar o belo do feio.

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Perfil do Autor

Alberto Peixoto
Antonio Alberto de Oliveira Peixoto, nasceu em Feira de Santana, em 3 de setembro de 1950, é Bacharel em Administração de Empresas pela UNIFACS, e funcionário público lotado na Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia, atua como articulista do Jornal Grande Bahia, escrevendo semanalmente, é escritor e tem entre as obras publicadas os livros de contos: 'Estórias que Deus Duvida', 'O Enterro da Sogra, 'Único Espermatozoide', 'Dasdores a Difícil Vida Fácil', participou da coletânea 'Bahia de Todos em Contos', Vol. III, através da editora Òmnira. Também atua incentivador da cultura nordestina, sendo conselheiro da Fundação Òmnira de Assistência Cultural e Comunitária, realizando atividades em favor de comunidades carentes de Salvador, Feira de Santana e Santo Antonio de Jesus. É Membro da Academia de Letras do Recôncavo (ALER), ocupando a cadeira de número 26. E-mail para contato: [email protected] Saiba mais sobre o autor visitando o endereço eletrônico http://www.albertopeixoto.com.br.