Feira de Santana: “não estou aqui para defender governos, e sim o povo”, afirma vereador José Menezes

José Menezes (Zé Filé): Estado e Município estão deixando a desejar porque começam uma obra e param.

José Menezes (Zé Filé): Estado e Município estão deixando a desejar porque começam uma obra e param.

No uso da tribuna, na sessão ordinária desta terça-feira (13/03/2018), na Câmara Municipal de Feira de Santana, o vereador José Menezes Santa Rosa (Zé Filé, PROS) após ouvir os discursos dos colegas governistas, que criticaram o Governo do Estado lembrou que não é a favor do Estado e sim do povo.

“Alguns colegas trataram da vagareza do Governo do Estado e concordo com eles. Há ano se deu início à construção de um colégio estadual que nunca ficou pronto. Não defendo o Governo, defendo o povo. Não quero saber do Município ou do Estado. O Município também erra e um exemplo é uma creche que está sendo construída no Bairro Muchila. Quando estive lá ano passado me deram uma previsão de conclusão em dois meses, mas acho que queriam dizer dois anos, pois até hoje não terminou. Estado e Município estão deixando a desejar porque começam uma obra e param. A quadra poliesportiva do Colégio Ana Maria levou quatro anos para fazer um reparo”, relatou Zé Filé.

O edil continuou o pronunciamento garantindo que não está na função de defensor do Estado, mas do povo. “Minha obrigação é cobrar benefício para o povo e dizer onde está o erro. Não tenho obrigação de defender governo nenhum. Há mais de três anos o prefeito esteve no Bairro Nova Esperança e garantiu a reforma do colégio, porém até hoje está tudo do mesmo jeito: com uma cobertura de eternite e o piso de cimento vermelho. Ainda assim falam da moleza do Governo do Estado”, pontuou.

Em aparte, o líder governista da Casa, vereador Luiz Augusto de Jesus (Lulinha, DEM), afirmou que o colega Zé Filé reivindica um direito que lhe assiste e explicou que algumas obras não são concluídas por abandono da empresa vencedora da licitação. “Quando elas abandonam, a Prefeitura precisa fazer outra licitação e até contratar nova empresa a obra precisa ficar parada. Mesmo assim, são mais 170 escolas reformadas e mais de 30 creches e escolas construídas”, explicou.

De volta com a palavra, Zé Filé disse que o colega fala na função de líder, mas rebateu a explicação reforçando que a Prefeitura tem como obrigação fiscalizar a empresa. “Ela precisa saber se a empresa vencedora da licitação tem condição de fazer a obra por completo, pois estão lidando com o dinheiro público”, findou.

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