Sobre Operação Cartão Vermelho, PSB Bahia diz que possível candidatura de Jaques Wagner à presidência da República é o motivo do espetáculo policial e midiático

Senadora Lídice da Mata e o ex-governador Jaques Wagner. PSB Bahia atesta a lisura da gestão de Jaques Wagner, quando o mesmo governou a Bahia, diz nota.

Senadora Lídice da Mata e o ex-governador Jaques Wagner. PSB Bahia atesta a lisura da gestão de Jaques Wagner, quando o mesmo governou a Bahia, diz nota.

Em nota, encaminhada nesta segunda-feira (26/02/2018) ao Jornal Grande Bahia (JGB), a executiva do Partido Socialista Brasileiro (PSB Bahia) criticou a Operação Cartão Vermelho, qualificando como um espetáculo policial e midiático com a finalidade de atingir a imagem pública do ex-governador Jaques Wagner (PT/BA), em decorrência do nome dele aparecer em pesquisas de intenção de voto para presidente da República.

Confira o teor da nota ‘PSB Bahia se manifesta sobre investigação contra Jaques Wagner’

O PSB da Bahia manifesta estranheza pelas inúmeras coincidências que culminaram no episódio de busca e apreensão, pela Polícia Federal (PF), na residência do ex-governador da Bahia, Jaques Wagner.

A primeira delas é sobre um processo, que já dura mais de quatro anos, provocar ações policiais espetaculares, exatamente quando o nome dele é ventilado para uma eventual candidatura à presidência da república, em substituição ao ex-presidente Lula.

A outra, e mais grave, é a presença de uma equipe de reportagem de uma emissora afiliada da rede globo no local da ação, antes mesmo da chegada de agente da Polícia Federal. O PSB participou, durante sete anos, do governo Wagner, sendo testemunha da lisura política e administrativa do governador.

Registramos, portanto, nossa solidariedade à sua esposa Fátima Mendonça e demais integrantes da família.

Executiva do PSB Bahia

O caso

A Operação Cartão Vermelho é uma investigação federal que ocorre no âmbito do Caso Lava Jato. Ela teve início com a delação premiada de executivos do Grupo Odebrecht, na condição de criminosos confessos. O processo judicial tramita no Tribunal Regional Federal da 1º Região (TRF1), no Distrito Federal, em Brasília. A investigação objetiva analisar contratos realizados em 2013, entre o Estado da Bahia e o Consórcio Fonte Nova Participações (FNP), empresa criada a partir da união das construtoras Odebrecht e OAS, com a finalidade de executar Parceria Público-Privada (PPP) de serviços de demolição, reconstrução e gestão do estádio Arena Fonte Nova, em Salvador.

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