Pesquisa DataFolha confirma liderança de Lula nas eleições 2018 para presidente da República

Na primeira pesquisa depois do acórdão no TRF-4, Lula se consolida na liderança e venceria em todos os cenários do 2º turno das eleições 2018 para presidente da República.

Na primeira pesquisa depois do acórdão no TRF-4, Lula se consolida na liderança e venceria em todos os cenários do 2º turno das eleições 2018 para presidente da República.

A Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (31/01/2018) confirma: o ex-presidente Lula é imbatível na preferência do povo brasileiro.

De acordo com o instituto, Lula lidera com ampla vantagem a intenção de voto da população, tendo entre 34% e 37% dos votos no primeiro turno, e ganhando de todos os adversários por ampla margem no segundo turno.

Os números mostram que a força do legado dos governos Lula resiste à perseguição política e ao injusto acórdão do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) em 24 de janeiro.

Para o segundo turno, os números apresentados nas situações sugeridas foram: contra Alckmin, em que Lula venceria por 59% a 30%. Contra Marina, 47% a 32% e contra Bolsonaro, 49% a 32%.

Foram realizadas 2.826 entrevistas pelo instituto Datafolha em 174 municípios brasileiros entre os dias de 29 e 30 de janeiro. Os resultados apresentam margem de erro de dois pontos para cima ou para baixo.

Indicado por Lula também lidera contra adversários

A pesquisa também demonstra reconhecimento popular da integridade do projeto político do PT para o país, que se sustenta a despeito dos ataques que o partido vem sofrendo e das injustiças contra Lula.

Um candidato indicado pelo ex-presidente também lidera contra todos. Votariam com certeza em um candidato indicado por Lula 27%, enquanto Bolsonaro tem 18% das intenções de voto.

Cenário com Lula como candidato

Mesmo após ter a condenação por corrupção e lavagem de dinheiro confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), Lula manteve os índices de intenção de voto na corrida presidencial que tinha em dezembro. O petista lidera os cinco cenários em que é incluído, com entre 34% e 37% da preferência do eleitorado — mesma faixa do levantamento de dezembro. O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) vem em segundo lugar, com 15% a 18% das intenções de voto — no mês passado, o parlamentar tinha entre 17% e 18%.

Nos cinco cenários que incluem Lula, o terceiro lugar apresenta empate técnico. Na primeira simulação, Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT) têm 7% e Joaquim Barbosa (sem partido), 5%. No segundo cenário, Alckmin e Ciro mantêm os 7%, e Alvaro Dias (Podemos) tem 4%.

Na terceira simulação, Marina Silva (Rede) aparece com 8% e Luciano Huck (sem partido) tem 6% — mesmo porcentual de Alckmin e Ciro. Numa quarta hipótese, Marina tem 10%, Ciro, 7%, Dias, 4% e João Doria (PSDB), 4%.

Um quinto cenário apresenta Marina com 7%, Alckmin e Ciro com 6% Huck com 5%, Barbosa e Dias com 3% — neste caso, o presidente Michel Temer, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ficam com 1% cada.

No segundo turno, Lula venceria Alckmin (49% a 30%) e Marina (47% a 32%) e Bolsonaro (49% a 32%).

Cenário sem Lula como candidato

Na ausência de Lula, os ex-ministros Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede) aparecem na segunda colocação em dois cenários cada um. Ciro soma entre 10% e 13% das intenções de voto — em dezembro, tinha entre 12% e 13%. Já Marina aparece com 13% e 16% — em dezembro, tinha 16% e 17%.

Nos três cenários em que é testado sem a presença do ex-presidente, Geraldo Alckmin (PSDB) aparece com 8% e 11% das intenções de voto. Luciano Huck (sem partido) tem 8% na simulação em que foi incluído. Alvaro Dias (Podemos) tem entre 5% e 6%. João Doria (PSDB) e Joaquim Barbosa (sem partido) foram incluídos em apenas uma simulação cada, na qual aparecem com 5% dos votos.

O ex-ministro e ex-governador Jaques Wagner (PT-BA), eventual substituto de Lula na corrida presidencial, caso o ex-presidente fique inelegível, aparece com 2% dos votos em dois cenários.

Nas simulações de segundo turno, Bolsonaro perde para Marina (42% a 32%) e empata tecnicamente com Alckmin (35% a 33%).

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