Governo da Bahia divulga resultado dos contemplados no Carnaval Pipoca, Pelô e Ouro Negro

Projeto Ouro Negro apóia agremiações de matrizes africanas e tradicionais dentro dos circuitos do Carnaval de Salvador.

Projeto Ouro Negro apóia agremiações de matrizes africanas e tradicionais dentro dos circuitos do Carnaval de Salvador.

O governador Rui Costa divulgou em seus perfis oficiais no Instagram e Twitter, na manhã desta terça-feira (16/01/2018), o resultado final das atrações selecionadas para a contratação nos meses de janeiro e fevereiro de 2018. O edital contempla os projetos Carnaval do Pelô, Carnaval Pipoca e Ouro Negro. A portaria está publicada na edição desta terça-feira (16) do Diário Oficial do Estado (DOE).

“Fico muito feliz em apoiarmos, por mais um ano, artistas e instituições tradicionais que contribuem para manter viva a história do Carnaval da Bahia”, comentou o governador.

Os proponentes habilitados e classificados dentro da disponibilidade de vagas deverão comparecer na sede da Secult, no Palácio Rio Branco, Praça Thomé de Souza, s/n – Centro – nos dias nos dias 22 e 23 de janeiro de 2018, das 9 às 12 horas e 14 às 17 horas, para a assinatura do Termo de Adesão, munidos dos documentos exigidos para assinatura, conforme item 5.6, da Portaria nº 178. O descumprimento às orientações da portaria implica no descredenciamento do respectivo grupo/projeto/artista/banda e convocação imediata do suplente da categoria, respeitada a ordem de classificação. O edital contempla as seguintes modalidades: projeto de três artistas para apresentação em conjunto no palco principal no Carnaval do Pelô, show musical individual em palco nos largos, bailes infantis, apresentações artísticas para as ruas do Centro Histórico, além dos microtrios e nanotrios do Carnaval Pipoca.

Carnaval do Pelô

Tido como o Carnaval mais diverso e democrático, sinônimo de alegria e boa música. Os artistas e bandas são contratados para shows nos Largos Pedro Archanjo, Quincas Berro D’Água e Tereza Batista. Os estilos afro, reggae, arrocha, pop rock, axé, antigos carnavais, samba, hip-hop, orquestra e guitarra baiana estão presentes na programação. E pelo terceiro ano consecutivo, os bailes infantis prometem animar a garotada com uma programação lúdica e variada. A programação vai contar com atrações como Africania, Pali OJC, Levi Barbosa, Vivendo do Ócio, Missinho, Lateral Elétrica, Aila Menezes, Baco Exu do Blues, Orquestra Popular de Maragojipe, Ligação 70 e o grupo infantil P.U.M.M. – Por um Mundo Melhor.

Sem abrir mão da tradicional festa de rua, também são contempladas bandas de sopro e percussão, bandinhas de percussão, bandinha de corda e percussão, bandão e performances para desfiles pelo Centro Histórico, lembrando o clima dos antigos carnavais.

Também são selecionados projetos compostos por três artistas diferentes, para participar da programação no palco principal do Largo do Pelourinho. Essa programação é marcada com inesquecíveis encontros musicais durante a folia. Entre os projetos participantes desta edição, o Afrobaile, com Afrocidade, Luedji Luna e Xênia França; a Folia Afro Brasileira, que reunirá Mateus Aleluia, Rita Benneditto e Ana Mametto; e o show 70 Carnavais, com Alexandre Leão, Moreno Veloso e Davi Moraes.

Carnaval Pipoca

Como destaques dos últimos anos, os microtrios e nanotrios do projeto Pipoca democratizam e agitam a folia dos circuitos Batatinha, Dodô e Osmar em desfiles sem cordas e mantém o espírito de acolhimento, o que tornou o Carnaval a maior festa popular do mundo. Entre os projetos selecionados para a folia, os microtrios Peixinho Elétrio, com Banda Marana, o Microtrio Ivan Huol, e Verlando Gomes no Rural Elétrica. E ainda nanotrios como Bicicletrio – Toca Raul, Peu Meurray e Coletivo Gente Boa se Atrai e o Rixô Elétrico.

Carnaval Ouro Negro

A relação final de entidades carnavalescas de matrizes africanas e de manifestações tradicionais, habilitadas para a edição 2018 do projeto Carnaval Ouro Negro, foi definida após a análise dos últimos recursos. Ao todo, foram contempladas 92 entidades nas categorias: afro, afoxé, samba, reggae e de índio. Entre os credenciados, receberão o apoio blocos como Olodum, Ilê Aiyê, Cortejo Afro, Didá, Filhos de Gandhy, Alerta Geral, Alvorada, Aspiral do Reggae, Reggae O Bloco e Commanche do Pelô.

Iniciado em dezembro de 2017, ao todo foram recebidas 122 inscrições no processo de credenciamento. As entidades não contempladas no resultado parcial tiveram a oportunidade de apresentar recursos para regularizar a situação. As instituições contempladas foram aquelas que apresentaram todos os documentos necessários para a habilitação, regularizados, conforme exigido por meio da Portaria nº 195, de 15 de dezembro de 2017, que estabeleceu o credenciamento.

As entidades habilitadas devem comparecer para assinatura dos termos de compromisso, nos dias 16 e 17 de janeiro (terça e quarta-feira). Os representantes devem comparecer nestas datas, nos horários de 9 às 12 horas e das 14 às 17 horas, no Palácio Rio Branco, sede da Secult, localizado na Praça Thomé de Souza, s/n – Centro, CEP 40.020-10, Salvador – BA. Devem estar munidos da atualização das certidões de regularidade fiscal e comprovante bancário de conta corrente da entidade, sob pena de decair do direito à futura contratação e de descredenciamento.

Sobre o projeto

Criado em 2008, o projeto Ouro Negro oferece importantes subsídios para o apoio de agremiações de matrizes africanas e tradicionais dentro dos circuitos do Carnaval de Salvador. Desta forma, é promovida a preservação e valorização da presença destes blocos, com o desfile em alas e roupas tradicionais, assim como a maior participação da juventude, transmitindo o legado para as novas gerações. Dentro de suas comunidades, estas entidades contribuem para o desenvolvimento social através de projetos que estimulam a construção de uma cultura cidadã.

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