Conselheiros do CNJ elogiam projetos institucionais desenvolvidos pelo TJBA

Conselheiros do CNJ elogiam projetos institucionais desenvolvidos pelo TJBA, durante presidência da desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago.

Conselheiros do CNJ elogiam projetos institucionais desenvolvidos pelo TJBA, durante presidência da desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago.

Os conselheiros Valdetário Monteiro e André Godinho, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), conheceram in loco, na manhã desta quarta-feira (17/01/2018), os projetos institucionais desenvolvidos pela Universidade Corporativa (Unicorp) do Tribunal de Justiça da Bahia.A apresentação foi feita, inicialmente, pela presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago, na sede da universidade, no bairro de Monte Serrat, em Salvador.

“É com orgulho que chegamos até aqui com esse sucesso e esperamos dar nossa contribuição a outros tribunais”, disse.

Juízes assessores e secretários participaram da encontro, que contou também com a presença das desembargadoras Joanice Guimarães e Nágila Brito e da assesora-chefe do conselheiro Valdetário, Jordana Lima.

“Uma das ideias que nos motivaram a vir à Bahia é conhecer o processo de capacitação da Unicorp. O CNJ precisa identificar boas medidas, medidas importantes para o desenvolvimento do Poder Judiciário e multiplicá-las Brasil afora”, explicou o conselheiro.

“Gostamos muito do que vimos aqui, eu e o conselheiro André Goldinho, de modo que podemos levar ao conhecimento do colegiado e, na primeira oportunidade que tivermos, multiplicar isso em outros tribunais que precisam desse conhecimento”, completou.

“A principal avaliação que podemos fazer, depois de uma apresentação tão densa de tanto conteúdo, é que a Unicorp é um dos principais braços do Tribunal de Justiça para alcançar a capacitação dos servidores e a partir daí ter muitos avanços em relação à prestação jurisdicional e, nesse contexto, também atender às orientações e as metas traçadas em conjunto com o Conselho Nacional de Justiça”, afirmou o conselheiro André Godinho.

“Acredito que deve ser a melhor sede, a melhor estrutura de uma universidade corporativa de Tribunal. A equipe técnica mostrou capacidade e avanço perceptivo em todos os indicadores da gestão que se finda agora no próximo dia 31 de janeiro, mas que deixa um legado extraordinário para toda a população, toda a cidadania, toda advocacia, magistratura, toda a família judiciária no modo geral”, ressaltou.

Capacitação – As apresentações duraram cerca de duas horas, com cada setor explanando sobre os processos de capacitação utilizados durante os dois ano de administração.

A juíza Marielza Brandão, titular da Assessoria Especial da Presidência para Assuntos Institucionais, à qual está vinculada a Unicorp, mostrou as estratégias utilizadas para o desenvolvimento das atividades.

Em seguida, o portifólio de capacitações promovidas ao longo das gestão foi exibido pela secretaria-geral da Unicorp, Joana Pinheiro. Quase 45 mil cursos foram ministrados entre fevereiro de 2016 e janeiro de 2018.

“A gestão também teve uma atenção especial para a área penal”, disse a desembargadora Joanice Guimarães, coordenadora do Núcleo de Justiça Restaurativa no Segundo Grau do TJBA, que explicou todo o processo de capacitação para magistrados, servidores e equipe multidisciplinar.

Os cursos promovidos para a instalação dos Centros Judiciários de Solução Consensual de Conflitos (Cejusc) também ganharam destaque. A servidora Gabriela Garcia lembrou das 39 unidades inauguradas a partir de parcerias com prefeituras, universidades e organizações não governamentais.

Orgulho – Na sequência, a juíza Júnia Dias, do 3° Cartório Integrado, falou sobre o êxito do projeto, que reúne cinco varas em um único espaço, com distribuição especializada de tarefas para os servidores. “Em 18 anos de magistratura esse é um projeto que fez palpitar meu coração”, afirmou. “Tenho muito orgulho em fazer parte dele”.

“É um avanço enorme na prestação jurisdicional e estamos muito felizes”, ratificou o sentimento dos magistrados a magistrada Rita de Cássia Ramos, juíza corregedora do primeiro cartório integrado, instalado em agosto de 2016.

O Cadastrar Melhor, que capacita servidores para o correto cadastramento de processos, foi apresentado pelo juiz Sadraque Rios, que coordena o projeto. “Há uma grande deficiência de informações processuais e nosso objetivo é consolidar uma rotina de cadastramento de processos, em ações iniciais e intermediárias”, explicou.

A implantação do Processo Judicial Eletrônico (PJe) no 2º Grau chamou a atenção do conselheiro Valdetário Monteiro. O juiz Raimundo Braga, que coordena os trabalhos, afirmou que o sistema “tem vocação para, em breve, ser o processo único do Tribunal de Justiça da Bahia.

O secretário de Tecnologia, Leandro Sady, ratificou as informações e fez relato dos projetos desenvolvidos pelo setor.

Já a desembargadora Nágila Brito agradeceu o apoio prestado pela Universidade Corporativa nas ações desenvolvidas pela Coordenadoria da Mulher, principalmente durante as Semanas de Justiça pela Paz em Casa. “Teremos a próxima Semana de 5 a 9 de março e já estamos mobilizados”, afirmou.

Por fim, a capitã Cidreira discorreu sobre o curso de Segurança para Magistrados, ministrado com técnicas sobre gerenciamento de crise e defesa pessoal, dentre outros.

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