“A tentativa de interdição do Lula é uma tentativa de interdição da democracia brasileira”, afirma secretário estadual Jaques Wagner, em entrevista exclusiva à TVE Bahia

Secretário estadual Jaques Wagner diz que julgamento do ex-presidente Lula é “obsessão de condenação” e uma manobra para que ele não concorra nas eleições de 2018.

Secretário estadual Jaques Wagner diz que julgamento do ex-presidente Lula é “obsessão de condenação” e uma manobra para que ele não concorra nas eleições de 2018.

Economia, política e democracia deram o tom da entrevista exclusiva do ex-governador e atual secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia, Jaques Wagner, concedida ao jornalista Bob Fernandes, na TVE, canal 10.1. Durante a conversa, Wagner falou ainda dos caminhos para a Bahia e para o Brasil e sobre o que chamou de “perseguição política” contra o ex-presidente Lula. O TVE Entrevista Especial vai ao ar neste domingo (21/01/2018), às 19h, e na segunda-feira (22), às 20h15.

Perguntado sobre a declaração do presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), desembargador Carlos Thompson Flores, que elogiou a sentença do juiz Sérgio Moro e considera sua argumentação “irretocável”, o ex-governador afirmou que o processo mostra uma certa “obsessão de condenação” e uma manobra para que Lula não esteja presente nas eleições de 2018. “A cada dia que passa as revelações que vão aparecendo acabam mostrando a um número cada vez maior de brasileiros que esse processo é mais uma obsessão de condenação e uma tentativa de interdição de uma liderança política”, dispara. No próximo dia 24, os desembargadores da 8ª Turma do TRF-4 vão julgar os recursos de Lula, condenado pelo juiz Sérgio Moro a uma pena de 9 anos e seis meses de prisão, no processo do triplex do Guarujá.

Sobre a reforma política, Wagner afirmou que “Não adianta a gente ficar esperando a honestidade individual de cada um de nós se o arcabouço político é todo podre. A lei partidária no Brasil é louca, a lei eleitoral é ineficiente e nós pecamos. Eu digo sempre, o maior pecado do PT, ou a maior responsabilidade do PT, desse grupo político, é em 2003 não ter feito a mãe das reformas que é a reforma política”, avalia.

Confira síntese da entrevista

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