Salvador: primeiro dia do Festival da Virada tem 17 furtos e nenhum registro de ocorrência grave

Central de Flagrantes da Polícia Civil da Bahia contabiliza 17 furtos e nenhum registro de ocorrência grave.

Central de Flagrantes da Polícia Civil da Bahia contabiliza 17 furtos e nenhum registro de ocorrência grave.

O primeiro dia do Festival da Virada, realizado no Bairro da Boca do Rio, em Salvador, terminou sem registro de ocorrência grave (homicídio, latrocínio ou lesão corporal dolosa). Na Central de Flagrantes da Polícia Civil, montada dentro do evento para dar mais celeridade aos casos e comodidade às vítimas, foram contabilizados 17 furtos, uma perda de documento, uma lesão leve decorrente de briga e uma prisão em flagrante.

Ainda sem identificação, o criminoso capturado estava com celular e carteira de outra pessoa no bolso. A unidade da PC conta com 14 delegados, escrivães e investigadores trabalhando durante todo o período da festa. As Delegacias Territoriais de Itapuã (12ª DT), Pituba (16ª DT) e Boca do Rio (9ª DT) também estão dando suporte ao evento com reforço nos plantões.

“Montamos o mesmo padrão do Carnaval. Estamos ainda com um carro presídio pronto para encaminhar aqueles que frequentam esses grandes eventos apenas com o intuito de praticar crimes”, declarou a diretora do Departamento de Polícia Metropolitana (Depom), Fernanda Porfírio. A delegada acrescentou também que os casos mais simples como de furtos e perda de documentos podem ser registrados na Delegacia Digital, via internet.

PM apreende cerca de 40 objetos cortantes nos Portais de Abordagem

Aproximadamente 40 objetos cortantes ou impróprios (faca, tesoura, caco de vidro, martelo, pedaços de madeira, entre outros) foram apreendidos pela Polícia Militar, nos três Portais de Abordagem montados, na Boca do Rio. Todos os baianos e turistas, assim como no Carnaval, são revistados.

A busca pessoal é realizada por militares dos sexos masculino e feminino, inclusive, em alguns casos, com a utilização do detector de metais. Na área do entorno da festa, onde estão concentrados alguns vendedores ambulantes, as abordagens também estão sendo realizadas.

“Obviamente que o nosso foco principal é não permitir a entrada de objetos perfuro cortantes, na parte interna do evento, porém, ano retrasado, presenciamos uma ocorrência no Carnaval em que o agressor utilizou a faca de um pequeno restaurante”, lembrou o comandante do Policiamento na Região Integrada de Segurança Pública (Risp) Atlântico, coronel Francisco Kerjean.

O oficial aproveitou para solicitar que as pessoas evitem levar bolsas, mochilas e sacolas, pois acaba atrasando todo o processo de revista.

*Com informações da Secretaria da Segurança Pública da Bahia.

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