SEFAZ Bahia nega haver qualquer pendência para que Banco do Brasil libere empréstimo de R$ 600 milhões; ministro da usurpação social e democrática mente ao povo baiano

Henrique Meirelles, representam a síntese perfeita de um governante usurpador, cujo dogma econômico liberal resulta na liquidação do patrimônio da nação, destruindo programas que objetivam superar a desigualdade social, mantendo privilégios de agentes políticos do Estado, transferido riqueza do país aos rentistas, ampliando os ganhos dos banqueiros e capitalistas internacionais com a entrega de capital monopolista. Em síntese, o gesto de Henrique Meirelles, na imagem, diz muito ao povo da Bahia.

Henrique Meirelles representa a síntese perfeita de um governante usurpador, cujo dogma econômico liberal resulta na liquidação do patrimônio da nação, destruindo programas que objetivam superar a desigualdade social, mantendo privilégios de agentes políticos do Estado, transferindo riqueza do país aos rentistas, ampliando os ganhos dos banqueiros e capitalistas internacionais com a entrega de capital monopolista. Em síntese, o gesto de Henrique Meirelles, na imagem, diz muito ao povo da Bahia.

Em nota, encaminhada nesta segunda-feira (20/11/2017), a Secretária da Fazenda da Bahia (SEFAZ Bahia) contestou declaração de Henrique Meirelles, político reconhecido como ministro da Fazenda do governo usurpador de Michel Temer e artífice dos cortes em programas sociais que beneficiavam os setores menos favorecidos da sociedade, a exemplo dos programas federais Minha Casa Minha Vida, Auxílio-Gás e Fundo de Financiamento Estudantil (FIES), desenvolvidos pelos governos petistas de Lula e Rousseff (PT).

Em síntese, a SEFAZ Bahia diz que o ministro da usurpação social e democrática, Henrique Meirelles, mente para o povo da Bahia, com relação a não liberação dos R$ 600 milhões em empréstimo via Banco do Brasil, cuja finalidade é a realização de investimentos por parte do Governo Rui Costa (PT).

Observa-se que a desfaçatez com a qual atuam os agentes do Governo Temer contra os interesses do povo baiano, guiados pelo prefeito ACM Neto (DEM), em caso denunciado no plenário do Congresso Nacional, envergonha a nação e, amplia o descrédito e ressentimento das pessoas que vivem em estado de desigualdade social.

Usurpadores dos interesses sociais dos setores menos favorecidos e colaboradores do ‘Governo do Golpe Parlamentar de 2016’, a exemplo de Henrique Meirelles, representam síntese perfeita de um governo liberal, que liquida o patrimônio da nação, destrói programa que objetivam superar a desigualdade social, mantém privilégios de agentes políticos do Estado, transferindo riqueza do país aos rentistas, ampliando os ganhos dos banqueiros e capitalistas internacionais, promovendo a entrega de capital monopolista, tendo como consequência a manutenção de significativos setores da sociedade em estado de fragilidade social.

Por fim, é necessário lembrar que o ministro que vem à Bahia e mente para o povo, é o mesmo que mantém patrimônio pessoal em paraísos fiscais, conforme foi denunciado no caso ‘Paradaíse Papers’, através de publicação do jornal alemão Süddeutsche Zeitung, em 5 de novembro de 2017.

Confira íntegra da nota da SEFAZ Bahia

Ao contrário do que afirmou à imprensa em Salvador o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, não há qualquer pendência de documentação que impeça o Banco do Brasil de liberar os recursos do empréstimo de R$ 600 milhões cujo contrato foi assinado entre o Estado e a instituição há três meses, no dia 18 de agosto. De acordo com o secretário da Fazenda, Manoel Vitório, o atraso na liberação dos recursos é atípico e injustificável, o que levou o governo baiano a acionar na Justiça o Banco do Brasil.

“O ministro, ao fazer tal afirmação, demonstra desconhecimento do fato de que ainda em agosto, após a assinatura do contrato, o banco aprovou as comprovações técnicas e documentais relativas às obras constantes no pedido de desembolso feito pelo Estado da Bahia”, enfatiza o secretário. Manoel Vitório observa que tudo foi feito de acordo com os requisitos técnicos estabelecidos pela instituição. O BB, de acordo com a Secretaria da Fazenda, chegou a emitir a tarifa de contrato de contra garantia, devidamente quitada. Os recursos, no entanto, seguem sem liberação até hoje.

Todo o processo exigido para a efetividade legal da operação foi cumprido, enfatiza o secretário, incluindo a aprovação por duas instâncias do Ministério da Fazenda: a Secretaria do Tesouro Nacional (STN), que atestou a capacidade fiscal do Estado, e a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), que recomendou a operação e assinou, pela União, a garantia do empréstimo.

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Perfil do Autor

Carlos Augusto
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518), Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (SINJORBA), Associação Brasileira de Imprensa (ABI Nacional, Matrícula nº E-002907) e Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia).