Esquerda Popular Socialista divulga resolução de defesa intransigente da vaga de Jaques Wagner ao Senado; congresso estadual ocorreu em Salvador

O ex-governador Jaques Wagner durante encontro da EPS. Militância defende nome de Jaques Wagner ao Senado.

O ex-governador Jaques Wagner durante encontro da EPS. Militância defende nome de Jaques Wagner ao Senado.

A militância da Esquerda Popular Socialista (EPS), corrente interna do PT, decidiu defender de forma incisiva o nome do ex-governador Jaques Wagner para uma das vagas ao Senado na chapa majoritária de reeleição do governador Rui Costa. Em resolução divulgada, neste sábado (25/11/2017), durante Congresso Estadual da tendência, em Salvador, os petistas disseram que “não há negociação sobre a vaga de Wagner na chapa” e que “a vaga é importante para as estratégias políticas para o país”. Um dos líderes da EPS no estado, o deputado federal Valmir Assunção, destacou que a atuação no Congresso Nacional para que haja mudanças no país, passa por eleger uma bancada de senadores e de deputados federais “comprometidos com o povo”. Assunção foi lançado como candidato à reeleição, falou do crescimento interno da corrente que representa e que, em 2018, o embate político será ainda mais acentuado.

“A EPS se fortaleceu esse ano e tem a tarefa de, em 2018, contribuir para que o ex-presidente Lula tenha uma expressiva votação na Bahia. Já estamos trabalhando para que possamos criar uma unidade. No Congresso, precisamos de Wagner, isso é indiscutível. Na Bahia, é fundamental reelegermos o nosso governador Rui Costa. Diante dos rumores na mídia que a vaga de Wagner estaria em disputa por outros partidos, a EPS declara que tão importante quanto a vaga do governo é a do Senado. “Wagner senador tem um grande peso político, não tem negociação sobre isso”, afirma Assunção, que esteve ao lado do ex-governador petista durante o congresso da corrente partidária. A atividade reuniu lideranças de diferentes municípios como o vereador de Salvador Luiz Carlos Suíca, o suplente de deputado estadual Mário Jacó, ambos foram lançados como candidatos da EPS para uma cadeira na Assembleia em 2018.

O congresso na EPS também reuniu a secretária de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis, a coordenadora-geral do Sindilimp-BA, Ana Angélica Rabelo, a coordenadora de Desenvolvimento Agrária (CDA), Renata Rossi, o prefeito de Itaetê, na Chapada Diamantina, Valdes Brito, além de lideranças comunitárias, de movimentos sócias, como o dirigente do MST, Evanildo Costa, o líder do MSTS, Jhones Bastos, e o secretário nacional de Movimentos Populares do PT, o baiano Ivan Alex. “Temos muito para caminhar e, em 2018, é preciso ter o foco nas eleições. Já que sofremos um golpe parlamentar contra uma presidenta eleita pelo voto direto do povo. Então agora é hora de devolver ao país a democracia. Lula representa os setores populares, é o nosso nome para a presidência e a EPS defende o fortalecimento do Congresso e um dos nomes é Jaques Wagner no Senado Federal”, frisa Ivan Alex.

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