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Vereador pede que Censo Agropecuário visite pequenas comunidades agrícolas de Feira de Santana

Cadmiel Pereira: locais como Bonfim de Feira, Jaguara, Humildes, Jaíba e outros estão muito sofridos e necessitam de apoio técnico.

Cadmiel Pereira: locais como Bonfim de Feira, Jaguara, Humildes, Jaíba e outros estão muito sofridos e necessitam de apoio técnico.

Na sessão ordinária desta quarta-feira (11/10/2017), na Casa Legislativa de Feira de Santana, o vereador Cadmiel Pereira (PSC) lembrou que neste mês de outubro se inicia o censo agropecuário 2017, projeto realizado em todo o país e pediu que os recenseadores visitem também os pequenos agricultores do Estado, principalmente dos distritos de Feira de Santana.

“O Censo tem como objetivo visitar todos os estabelecimentos agropecuários do país. Espero que venha mostrar a realidade da agricultura no Brasil. Hoje somos um país que produz e exporta e a Bahia é o estado que conta com maior número de estabelecimentos agropecuários, portanto mostra que tem força na área rural. Além da Bahia ter grandes produções, há o sertão que já teve muitos projetos do Governo do Estado, mas atualmente a região de Feira de Santana tem sofrido com a violenta seca, que tem se mantido por muito tempo em nossos distritos prejudicando muito as famílias que praticam a agricultura de subsistência”, pontuou Cadmiel.

O edil deu continuidade lembrando da tentativa de transposição do Rio São Francisco. “Ele está tão fraco, que até mesmo a produção de energia está aquém do esperado. A transposição é uma proposta miraculosa e ele está sofrendo. Uma obra que já gastou mais de R$ 1 bilhão, até hoje não sabemos o resultado. Gostaria que essa transposição desse certo, mas antes alguns ajustes deveriam ser feitos. Os rios que abastecem nossa Feira de Santana não estão diferentes e precisam de investimentos”, disse.

Para finalizar, Cadmiel lembrou que o homem do campo do sertão precisa de políticas públicas como acalento. “Locais como Bonfim de Feira, Jaguara, Humildes, Jaíba e outros estão muito sofridos e necessitam de apoio técnico. Cadê a EBDA? Cadê a ADAB? Se o homem do campo não produz aumenta o preço dos alimentos, pois interfere na logística da economia. Esperamos que o Censo entre verdadeiramente nas comunidades dos distritos de Feira e mostrem a realidade delas. Anseio que não somente os grandes produtores sejam visitados”, findou.

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