Feira de Santana: palestrante da II Conferência do JGB, Domingos Meirelles atuou em veículos de mídia impressa, programas de jornalismo na TV e publicou livros

Domingos Meirelles, trajetória profissional em diferentes veículos de comunicação e produção intelectual eclética foram reconhecidas pela sociedade através das diversas premiações que obteve.

Domingos Meirelles, trajetória profissional em diferentes veículos de comunicação e produção intelectual eclética foram reconhecidas pela sociedade através das diversas premiações que obteve.

Domingos Meirelles, presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), é uma das referências do jornalismo nacional, em decorrência da ampla e eclética produção jornalística, acumulada através da atuação profissional em jornais impressos e no jornalismo televisivo.

A experiência como jornalista sedimentou as bases do escritor, sendo responsável por duas obras não literárias, cujo conteúdo reconstrói o tumultuado momento histórico da Revolução de 1930. Movimento armado, liderado pelos estados de Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Sul, que culminou com o Golpe de Estado, depondo o presidente da República, Washington Luís, em 24 de outubro de 1930, impedindo a posse do presidente eleito Júlio Prestes. Encerrando o período histórico denominado República Velha (1889 e 1930).

Perfil

Domingos Meirelles é filho de imigrantes europeus. O pai, João Américo Meirelles, foi condutor de bonde até se estabelecer como comerciante, dono de armazém; a mãe, Maria Adelaide Félix Meirelles, trabalhou como doméstica. Nascido em 1940 no Bairro do Méier, Zona Norte do Rio de Janeiro, o presidente da ABI Nacional inicia a carreira no jornalismo, em 1965, ao ingressar como estagiário do Jornal Última Hora, veiculo de comunicação fundado, em 1951, por Samuel Wainer.

Na sequência, construiu uma carreira jornalística incorporando diferentes formas de observar o mundo. Atuou na redação da revista Quatro Rodas, publicação da Editora Abril; Última Hora, O Jornal, Jornal da Tarde, O Globo, e Estado de São Paulo (Estadão).

Após uma trajetória dedicada ao jornalismo impresso, concilia experiências com o jornalismo televisivo, através de inserções no Plantão Globo, veiculado pela Rede Globo de Televisão.

Em 1985, é convidado pelo então diretor da Central Globo de Jornalismo, Armando Nogueira, a atuar no Jornal Nacional.

Na rede de TV fundada em 26 de abril de 1965 por Roberto Marinho, trabalhou em diferentes programas, a exemplo do Globo Repórter e Fantástico. Em 2000 substituiu o jornalista Marcelo Rezende (Rio de Janeiro, 12 de novembro de 1951 — São Paulo, 16 de setembro de 2017) na apresentação do programa de investigação jornalística criminal ‘Linha Direta’.

Além da experiência na Rede Globo, atuou no jornalismo televisivo do SBT, onde integrou a equipe do SBT Repórter. Atualmente, Domingos Meirreles trabalha na Record, através dos programas Câmera Record e Repórter Record Investigação.

Incursão na literatura

De autoria de Domingos Meirelles, ‘As Noites das Grandes Fogueiras: uma história da Coluna Prestes’ e ‘1930: os órfãos da Revolução’ são duas das obras de referência sobre a história do Brasil, cujo conteúdo foi construído a partir das pesquisas de campo e documental. Foram 20 anos colhendo os dados necessários às publicações.

Premiação

A vasta produção intelectual de Domingos Meirelles foi reconhecida publicamente ao obter diferentes premiações, a exemplo do Rei de Espanha de Televisão, Vladimir Herzog de Jornalismo, ExxonMobil de Jornalismo, Jabuti, Líbero Badaró, dentre outros.

A Conferência

Espectador privilegiado da história do Brasil,  Domingos Meirelles participa da II Conferência do Jornal Grande Bahia (JGB), evento que ocorre neste sábado (30/09/2017), às 9 horas da manhã, no Auditório II, do Los Pampas, em Feira de Santana, abordando projeto de revitalização dos jornais impressos e palestra com o tema ‘A retomada do nacional desenvolvimentismo e os desafios do Brasil com o advento da Inteligência Artificial (IA)’.

As atividades são promovidas pelo JGB e ABI e marcam os 10 anos de atuação do Jornal Grande Bahia, veículo de comunicação fundado em 2007 pelo jornalista e cientista social Carlos Augusto.

Carlos Augusto, jornalista, cientista social e diretor do Jornal Grande Bahia, Domingos Meirelles, jornalista, presidente da ABI Nacional; Marcus Oliveira, publicitário, diretor da Meio Comunicação; e Fábio Costa, representante da ABI Nacional na Bahia. Profissionais atuaram para realização da II Conferência do JGB.

Carlos Augusto, jornalista, cientista social e diretor do Jornal Grande Bahia, Domingos Meirelles, jornalista, presidente da ABI Nacional; Marcus Oliveira, publicitário, diretor da Meio Comunicação; e Fábio Costa, representante da ABI Nacional na Bahia. Profissionais atuaram para realização da II Conferência do JGB.

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Perfil do Autor

Carlos Augusto
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518), Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (SINJORBA), Associação Brasileira de Imprensa (ABI Nacional, Matrícula nº E-002907) e Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).