Fórum discute inovações e perspectivas para o mercado da saúde na Bahia

Com um orçamento anual de R$ 200 bilhões destinados à assistência médica, redefinir prioridades é necessário para prover atendimento de qualidade à população.

Com um orçamento anual de R$ 200 bilhões destinados à assistência médica, redefinir prioridades é necessário para prover atendimento de qualidade à população.

O Brasil está na contramão, no que se refere aos investimentos na área da saúde, se comparado a outros países. Com um orçamento anual de R$ 200 bilhões destinados à assistência médica, redefinir prioridades é necessário para prover atendimento de qualidade à população. Se o panorama nacional segue essa direção, a realidade nos municípios não é diferente. Pensando em atrair novos negócios e ampliar possibilidades de crescimento para o setor, empresários baianos estão criando alternativas e linhas de crédito específicas para expandir o negócio. Essas soluções e cases de sucesso serão discutidos no 32º Fórum [B+], que será realizado na terça-feira (08/08/2017), a partir das 8h, no salão de eventos do Civil Towers (Costa Azul), em Salvador.

A aplicação de recursos tecnológicos à medicina é uma das alternativas. O médico e pesquisador, chefe do Instituto de Tecnologia da Saúde (ITS), do SENAI-CIMATEC, Roberto Badaró, falará sobre o tema, apresentando o case do novo ITS. Para ele, a Medicina tradicional está sendo substituída, aos poucos, pela interativa e computacional. “A expectativa é que, daqui a 10 anos, sejam instrumentos fundamentais a realidade aumentada, o uso da inteligência artificial e do uso de impressão de órgãos e tecidos em 3D, da robótica, além dos prontuários eletrônicos. Com o novo ITS, a Bahia entrará, de vez, no desenvolvimento tecnológico para a Medicina e saúde do século XXI”, afirma.

Ainda segundo Badaró, grande parte do atraso do Brasil se deve ainda pela pouca utilização de sistemas de gerenciamento por softwares e cartões eletrônicos com chips, que coletam, de forma dinâmica, as informações dos pacientes, tais como medicamentos e exames realizados em prontuários eletrônicos, que podem otimizar todo o processo. “Através deles, o Ministério da Saúde e as Secretarias de Saúde podem mapear e planejar a real necessidade dos pacientes”, esclarece.

Investimento no Setor

Não é só a falta de investimento tecnológico que afeta o segmento da saúde. Algumas empresas também sofrem por problemas estruturais, que inviabilizam o negócio. Para mudar essa realidade, já existem construtoras de olho nesse nicho, como é o caso da Civil Construtora. Com expertise no mercado de saúde, a empresa apresenta soluções diferenciadas, a partir de estudos de viabilidade, análise e execução dos projetos, oferecendo uma espécie de consultoria. O vice-diretor da empresa e palestrante do Fórum, Rafael Valente, apresentará cases de duas clínicas, expondo todo o apoio que a Civil dá aos clientes.

Quem ainda não tem capital de giro suficiente para investir, mas tem interesse nesse segmento, a novidade é que existem linhas de crédito específicas para a área da saúde. As formas de contratação, condições de financiamento e benefícios serão apresentados, também durante o evento, pelo superintendente do Banco do Nordeste, Antônio Jorge Pontes.

Segundo o diretor geral do Grupo [B+], Renato Simões Filho, “os fóruns têm a missão de promover encontros entre os executivos baianos, visando à discussão de assuntos que movimentam a economia do estado”.

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