“Não aceitaremos eleição sem a maior liderança do país”, diz senadora Gleisi Hoffmann

senadora Gleisi Hoffmann e ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Luta política prossegue, apesar do ataque reacionário.

senadora Gleisi Hoffmann e ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Luta política prossegue, apesar do ataque reacionário.

A presidenta nacional do PT Gleisi Hoffmann reforça que uma eleição sem Lula é uma fraude. “Não aceitaremos um processo eleitoral em que a maior liderança desse país seja impedida de participar. Uma eleição sem Lula é uma fraude”, disse em discurso pouco antes da fala do ex-presidente na coletiva de imprensa na sede nacional do PT.

A senadora lembrou que injustiças – como a condenação sem provas de Lula – sempre foram o motor do Partido dos Trabalhadores. “Foi pela injustiça com o povo brasileiro que o PT chegou ao poder”, lembrou ela, ressaltando que a sentença do juiz Sérgio moro não tem base legal.

“Nós estamos aqui serenos porque entendemos que o presidente Lula é inocente e indignados pela sentença que não tem base legal. E, ao mesmo tempo, prontos para fazer enfrentamento”, afirmou ela. Para a senadora, a sentença é absolutamente política e carece de provas.

“Coincidentemente, acontece um dia após a CLT ser rasgada pelo Senado da República. Um dia triste para os trabalhadores”, disse ela. “Vamos denunciar essa sentença política, que carece de base legal. Estão condenando por convicções”, disse.

O discurso foi feito antes da coletiva de imprensa do ex-presidente, que contou com a presença de deputados, senadores e lideranças do PT e de movimentos sociais. Figuras como Fernando Haddad, Miguel Rossetto, o presidente da CUT, Vagner Freitas, o líder do MTST Guilherme Boulos, a presidenta da UNE, Marianna Dias, o escritor Raduan Nassar, entre outras, estiveram presentes prestando solidariedade a Lula.

Vagner Freitas também falou antes da coletiva. O líder sindical afirmou que será criada uma coordenação para a resistência à perseguição jurídica ao ex-presidente e que atos serão convocados em todo o Brasil. O próximo dia de lutas é 20 de julho de 2017, segundo Freitas.

O advogado de Lula, Cristiano Zanin Martins voltou a enfatizar a ausência de provas contra Lula e o menosprezo às provas apresentadas pela defesa.

“A sentença despreza o depoimento de 73 testemunhas ao longo de 24 audiências, despreza provas fundamentais, e dá validade jurídica a papéis que não deveriam ter”, disse ele. “Vamos interpor o recurso cabível. Temos certeza porque a prova da inocência é cabal, declarando a inocência do presidente.”

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