Ex-governador Jaques Wagner destaca perseguição político-jurídica ao ex-presidente Lula e violações dos direitos da classe trabalhadora; “o alvo não é Lula, é o povo brasileiro”

Jaques Wagner: essa condenação sem provas, como ficou claro, é mais um absurdo cometido contra o presidente Lula. Jamais houve na história do Brasil alguém tão perseguido.

Jaques Wagner: essa condenação sem provas, como ficou claro, é mais um absurdo cometido contra o presidente Lula. Jamais houve na história do Brasil alguém tão perseguido.

O ex-governador da Bahia e atual secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Jaques Wagner, criticou duramente a condenação prolatada pelo juiz federal Sérgio Moro, nesta quarta-feira (12/07/2017), contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na avaliação de Jaques Wagner, trata-se de um absurdo jurídico e uma tentativa de mascarar as violações em curso contra a classe trabalhadora.

— Essa condenação sem provas, como ficou claro, é mais um absurdo cometido contra o presidente Lula. Jamais houve na história do Brasil alguém tão perseguido. Mas Lula resiste: quanto mais o atacam mais cresce seu apoio popular, expresso nas pesquisas. É muito sintomático o fato de que a condenação foi divulgada exatamente no dia seguinte ao assassinato da CLT e dos direitos históricos dos trabalhadores. O alvo não é Lula, é o povo brasileiro. Lula não se curva, os brasileiros não se curvarão. Essa injustiça só nos motiva ainda mais a continuar a luta em defesa da sua inocência e do seu legado. — Afirmou Jaques Wagner.

O juiz Sérgio Moro condenou o ex-presidente Lula a 9 anos e seis meses de prisão, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, no caso do tríplex no Guarujá. A ação judicial foi decorrente das investigações do Caso Lava Jato.

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Perfil do Autor

Carlos Augusto
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518), Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (SINJORBA), Associação Brasileira de Imprensa (ABI Nacional, Matrícula nº E-002907) e Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).