Salvador: Oratório de Santo Antônio na Fundação JFC reuniu público de 250 pessoas

Oratório de Santo Antônio na Fundação JFC.

Oratório de Santo Antônio na Fundação JFC.

A Fundação João Fernandes da Cunha foi o quinto ponto de parada do Oratório de Santo Antônio na noite de segunda-feira, 5 de junho de 2017, que durante 13 dias (Trezena) terá 14 apresentações em Salvador e em Lauro de Freitas. Idealizado pelo maestro  Keiler Rêgo, o projeto “é uma tradição forte desde que nasci. É bacana por unir a celebração religiosa com a festiva”, afirma ele.

Também foi lembrado o aniversário do médico Silvoney Sales, presidente da instituição, que nasceu no dia 6 de junho e foram apresentados os trabalhos artesanais da desenhista plástica Gina Flor com a exposição “Cordão & Cor”. O advogado Dionísio Pedro de Alcântara Lisbôa foi o palestrante do evento, discorrendo sobre a vida de Fernando de Bulhões, o Santo Antônio.

A noite do Oratório homenageou as memórias do médico Eraldo Moura Costa e a sra. Iacina Santos Sousa (Flor) falecidos em maio “e que sempre foram presenças constantes nos eventos da instituição”. E como não poderia deixar de ser, houve distribuição de pãezinhos benzidos pelo padre João Arrojo.

A vice-presidente da Fundação JFC e anfitriã do evento, Zenaide Sento-Sé Fernandes da Cunha Almeida, lembrou que por onde passa, o espetáculo arrebata grande público. E, no caso de ontem não foi diferente: os ouvintes tiveram que se espalhar para além do auditório em razão do grande número de pessoas interessadas em acompanhar a interpretação dos coralistas.

O repertório do oratório, coral formado por 60 vozes de diversos bairros de Salvador, se baseia em cantos da Trezena de Santo Antônio. Algumas das canções que receberam arranjos baseados em elementos da música junina, são de domínio público, como Glorioso, Divina Luz, Ladainha e Salve, Oh Antônio. Há ainda duas músicas de autoria do próprio maestro, Oração do Fiel e Milagroso É (esta última em parceria com Zezão Castro), e Que Seria de Mim, composta por Jota Veloso, um dos convidados da apresentação.

Tradição secular, o maestro vê renovação do público na trezena dedicada ao santo casamenteiro. “Não é um ritual apenas comemorativo. É um culto aos ancestrais, hora de agradecer aos antepassados. Fora que, sempre que acaba, tem a festa e criançada adora isto”, avalia.

Nas apresentações, além de música, há interpretação. De acordo com o maestro, quatro solistas dão vida a personagens: um franciscano, uma sambadeira, uma moça casamenteira e Irmã Dulce. “É uma forma de contar a história de Antônio e Francisco, que foi mestre de Antônio”, ressalta Keiler.

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