Estado Islâmico reivindica autoria do atentado em Londres

Feridos nas imediações da London Bridge são resgatados por paramédicos.

Feridos nas imediações da London Bridge são resgatados por paramédicos.

O grupo jihadista Estado Islâmico (EI) assumiu a autoria do atentado cometido no centro de Londres neste sábado (03/06/2017), que deixou sete mortos e 48 feridos, informou a emissora britânica BBC. Segundo a Amaq, agência ligada ao grupo terrorista, o EI confirmou que “uma unidade de segurança de combatentes do Estado Islâmico realizou o atentado de ontem” (3).

Entre as vítimas, as 21 pessoas que permanecem internadas em cinco hospitais de Londres se encontram em “estado crítico”. O ataque começou com um furgão que atropelou vários pedestres na London Bridge, do qual posteriormente saíram três homens com facas que atacaram indiscriminadamente várias pessoas no Borough Market, bem próximo à ponte.

Esses três suspeitos foram mortos pelas autoridades policiais ainda na noite de sábado.

Em seu último boletim, o chefe da unidade antiterrorista da Polícia Metropolitana de Londres, Mark Rowley, destacou hoje que os agentes realizaram “progressos significativos” nos trabalhos de identificação dos suspeitos, mas a identidade dos autores não foi ainda divulgada.

A polícia trabalha sobre a hipótese de que os autores do ataque poderiam pertencer a uma célula terrorista mais ampla, e até agora deteve 12 pessoas por sua possível vinculação ao atentado após efetuar várias operações policiais em um bairro do leste de Londres.

Primeira-ministra Theresa May anuncia duras medidas contra o terrorismo e mantém eleições na Inglaterra

As eleições gerais previstas para a próxima quinta-feira (8), na Inglaterra, não serão adiadas, apesar dos atentados ocorridos ontem (3) em Londres, disse hoje (4) a primeira-ministra Theresa May. De acordo com informações da Telam, Dos 10 mortos, três são terroristas. Há também 50 feridos, muitos dos quais em estado crítico, após os ataques na Ponte de Londres (London Bridge) e no Borough Market.

Devido os ataques, foram suspensas as campanhas eleitorais no país, com exceção do Partido Ukip, partido classificado pela mídia como “eurofóbico.”

A primeira-ministra e líder dos conservadores concorre nas eleições previstas para 8 de junho. De acordo com as pesquisas,  ela está com uma vantagem de apenas três pontos do rival Jeremy Corbyn, candidato pelos trabalhistas.

A campanha foi interrompida pela segunda vez. A primeira foi após o ataque ocorrido em Manchester, que resultou na morte de 22 pessoas e mais de 60 feridos. Segundo informações divulgadas pela Scotland Yard, 48 vítimas já foram hospitalizadas. Muitas das quais em estado crítico.

O primeiro ato terrorista começou quando uma van branca invadiu a calçada e atropelou pedestres que estavam em London Bridge. Em seguida, os terroristas se dirigiram ao mercado gastronômico de Borough onde três homens armados com facas atacaram pessoas indiscriminadamente.

Autoridades britânicas dizem que 21 feridos estão em “estado crítico.”

Pelo menos 21 feridos nos atentados de sábado em Londres estão em “estado crítico”, informaram, neste domingo (4) fontes oficiais britânicas. A primeira-ministra, Theresa May, fez hoje uma visita ao hospital King’s College e se encontrou com alguns dos 48 feridos no atentado. As informações são da Agência EFE.

Os ataques perpetrados na zona da London Bridge e no mercado gastronômico de Borough Market na noite de sábado terminaram com sete mortos, e além dos três terroristas que também perderam a vida. Dos feridos internados logo depois dos fatos, 36 seguem nos hospitais, e desse número, 21 estão em “estado crítico”, segundo informou hoje o serviço de Saúde britânico.

Primeira-ministra May diz que “muitos” dos feridos estão em estado crítico

A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, afirmou neste domingo (4) que “muitos” dos quase 50 feridos nos atentados da noite de sábado (3) em Londres estão em estado “crítico”. A informação é da Agência EFE.

No ataque, registrado na região da London Bridge, sete pessoas morreram e três terroristas suspeitos de fazer o ataque foram presos pela Polícia.

May falou com a imprensa na sua residência de Downing Street, após uma reunião com o comitê de emergências Cobra, do qual participa a cúpula das forças de segurança e os serviços de inteligência.

Segundo a última informação da qual a Scotland Yard dispõe, 48 vítimas foram hospitalizadas após um incidente que já está “sob controle”, visto que a polícia não acredita que tenha fugido nenhuma pessoa que participasse de forma direta nos ataques.

Os feridos que precisaram de internação foram distribuídos em cinco hospitais da cidade, se bem que os equipamentos médicos de emergência atenderam várias pessoas nos locais dos fatos.

Quatorze dos feridos foram internados no King’s College Hospital, no sul da capital, revelou neste domingo o centro médico.

Um porta-voz do hospital confirmou que o seu departamento de Emergências recebeu 14 feridos – seis mulheres e oito homens – após os incidentes ocorridos na London Bridge e no Borough Market, no centro da cidade, dizendo que “um paciente já teve alta”.

Entre os feridos estão quatro franceses, um deles em estado grave, e um espanhol, segundo confirmaram os governos de ambos os países.

O primeiro ato terrorista começou quando uma van branca invadiu a calçada e atropelou os pedestres que estavam na ponte para, posteriormente, dirigir-se ao movimentado Borough Market, onde três homens armados com facas atacaram indiscriminadamente quem passava.

A área onde aconteceram os ataques continua cercada pela Polícia, que pediu que as pessoas evitem ir neste domingo ao local.

Van atropela pedestres na London Bridge

Uma van atropelou vários pedestres que estavam na London Bridge, no centro da capital britânica, segundo a emissora britânica BBC. Até o momento, não há mais detalhes sobre o episódio. As informações são da Agência EFE.

Além do atropelamento, a Polícia Metropolitana de Londres também atende a outro chamado ocorrido na área do mercado de Borough, segundo confirmou um porta-voz da Scotland Yard.

A  BBC diz que testemunhas viram o veículo de cor branca entrar na ponte atropelando pessoas que caminhavam pela área. O incidente provocou o fechamento da London Bridge e das imediações, bem como uma forte presença de policiais armados na região.

Em mensagem postada em sua conta no Twitter, a Polícia Metropolitana afirmou que os agentes estão tratando o caso como “um incidente importante” e que darão mais informações tão logo disponha de novos dados.

Uma repórter da BBC que estava na ponte no momento do incidente, Holly Jones, disse que o veículo era conduzido por “um homem” que viajava “provavelmente a cerca de 80 quilômetros por hora”. De acordo com ela, o veículo vinha do centro de Londres em direção à área sul do rio Tamisa, onde “cinco ou seis pessoas” recebiam atendimento médico.

Jones declarou também que barcos da polícia inspecionavam o rio em busca de pessoas que poderiam ter caído da ponte, após o atropelamento.

O Serviço de Ambulâncias de Londres pediu em uma mensagem pelo Twitter que os cidadãos “evitem” se aproximar dessa área da cidade.

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Carlos Augusto
Carlos Augusto Oliveira da Silva (Carlos Augusto) é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF). Atua como jornalista e cientista social. Telefone: (75)98242-8000 | E-mail: [email protected]