Oposicionista rebate ofício enviado por diretora de escola no Bairro Viveiros, em Feira de Santana

De acordo com Zé Filé, a única merenda que tinha para os alunos era suco de manga.

De acordo com Zé Filé, a única merenda que tinha para os alunos era suco de manga.

No uso da tribuna da Câmara Municipal de Feira de Santana, o vereador José Menezes Santa Rosa (Zé Filé, PROS) rebateu um ofício enviado pela diretora da escola do bairro do Viveiros, Professor Antonio Alves Lopes, que desmentiu uma denúncia sua autoria de que estava faltando merenda escolar para as crianças.

“É muito fácil ela escrever o que quer. Quem denunciou foram os pais de alunos do próprio bairro. Em nenhum momento disse que havia visitado o colégio. Visitei sim os pais dos alunos que me passaram essa informação”, disse o vereador.

Zé Filé destacou ainda que a diretora não pode falar o que quer e que quando fez visita em uma escola no Parque Tamandari, a diretora não estava presente. Conforme ele, a única merenda que tinha para as crianças era um suco de manga. “Com certeza ela também dirá que estou mentindo. Eu tenho fotos, mas não mostrarei as fotos porque são crianças e não as mostrarei tomando o suco de manga”, disse.

Ele ainda tratou sobre o documento escrito pela diretora. “Ela está fazendo isso porque foi cobrado dela redigir esse documento dizendo que o vereador está mentindo. Mas ela sabe que estou falando a verdade”, destacou.

Em aparte, o vereador Edvaldo Lima (PP) disse que ficou preocupado com o ofício da diretora da escola e a criticou, mesmo não a conhecendo. “Isso não é papel de uma diretora de escola. Quem tem que responder é a secretária de Educação e não a diretora. Ela passou por cima dos seus superiores. Como é que uma diretora manda um documento chamando um vereador de mentiroso? Ela passou dos limites”, criticou.

Também em aparte, o líder do Governo, vereador José Carneiro (PSDB), contestou o colega Edvaldo, questionando se ainda se vive na Ditadura Militar em que não se pode contestar nada que é dito. “Não estamos mais na Ditadura. Temos o livre direito de nos manifestarmos”, pontuou.

De volta com a palavra, Zé salientou ainda que não citou o nome da diretora e que no lugar dela teria vergonha de dizer o que disse a ele. “Esse documento dela não diz a verdade e a comunidade do Viveiros sabe que eu estou falando a verdade porque fui buscar a informação com eles. Só fiz a minha obrigação como vereador”, findou.

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