Vereador chama atenção para problemas causados com greve dos professores de Feira de Santana

José Menezes (Zé Filé): os maiores prejudicados, com certeza, são os alunos e os pais de família, aqueles que não têm onde deixar os seus filhos e ainda falta merenda dentro de casa para essas crianças.

José Menezes (Zé Filé): os maiores prejudicados, com certeza, são os alunos e os pais de família, aqueles que não têm onde deixar os seus filhos e ainda falta merenda dentro de casa para essas crianças.

Na manhã desta quarta-feira (05/04/2017), em pronunciamento na tribuna da Casa Legislativa, o vereador José Menezes Santa Rosa – Zé Filé (PROS) externou sua preocupação com a greve dos professores da rede municipal de Feira de Santana, que dura mais de 20 dias, ressaltando que a paralisação, além de comprometer a aprendizagem, prejudica a alimentação de milhares de crianças carentes, uma vez que elas deixam de ter acesso à merenda escolar, que, muitas vezes, é a principal refeição do dia.

Ele disse que, em visita a alguns distritos, viu que a situação de muitas crianças é crítica. O edil apelou aos seus pares para que marquem uma audiência com o prefeito José Ronaldo (DEM) e os professores, a fim de que haja um consenso entre as partes e a greve seja encerrada.

“O professor precisa ganhar bem, eu sei que não é fácil a situação do Município também, mas a gente não pode ficar calado, a gente tem que procurar uma maneira de ajudar. Vejam a situação: já estamos praticamente no meio do ano, os alunos vão ficar sem férias e os próprios professores não vão poder nem fazer a viagem no final do ano porque terão que repor essas aulas. Mas, na verdade, os maiores prejudicados, com certeza, são os alunos e os pais de família, aqueles que não têm onde deixar os seus filhos e ainda falta merenda dentro de casa para essas crianças”, salientou.

Vacinação

Mudando o foco do discurso, Zé Filé sugeriu à Secretaria Municipal de Saúde que determinasse o atendimento mais cedo nos postos de saúde, por conta da grande procura por dose da vacina contra a febre amarela. “Porque 5 horas da manhã o povo já está no meio da rua tentando uma senha para se vacinar. Se a pessoa chegar, pelo menos, 6 horas, já facilita um pouco”, disse.

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