Universidade de Sevilha homenageia o criminalista baiano Luiz Coutinho

Universidade de Sevilha homenageia o criminalista baiano Luiz Coutinho.

Universidade de Sevilha homenageia o criminalista baiano Luiz Coutinho.

Mestre e PhD em Direito Penal, o advogado criminalista Luiz Coutinho participa do XVI Encontro Internacional de Juristas, que teve início nesta segunda-feira (16/01/2017) em Sevilla, na Espanha. O evento é promovido anualmente na Europa pela Rede Internacional de Excelência Jurídica, que tem forte atuação no velho continente, na América do Sul e na África. Diretor de Seleções de Membros da Rede, Luiz Coutinho também é um dos coautores da 5ª edição do livro Juristas do Mundo, lançada durante o encontro, que é realizado simultaneamente na Universidade de Sevilla, Parlamento de Andalucia, Conselho de Justiça e Colégio de Advogados.

Ao lado de juristas da Argentina, Espanha, Colômbia e também do Brasil Luiz Coutinho foi condecorado pela Universidade de Sevilla, a segunda maior instituição de ensino superior da Espanha, com a Comenda Isodora de Sevilla, por sua participação na obra. Em seu artigo, que conta com a parceria de Marília Miranda, sua ex-aluna e orientanda na Universidade Católica do Salvador (UCSal), o criminalista aborda a “Privatização de presídios sob uma análise sistêmica de viabilidade”.

Na presidência dos trabalhos está o professor, escritor e conferencista Léo da Silva Alves, presidente da Rede Internacional. A coordenação geral é do catedrático do Departamento de Direito Civil da Universidade de Granada, Guillermo Orozco. Já a presidência de honra é do professor Mário Frota, presidente da Associação Portuguesa de Direito de Consumo e professor da Universalidade de Paris. Os coordenadores acadêmicos são Miguel Ángel Navarrete, Abigail Quesada Páez, Marta Morillas Fernández e Margarita Orozco González.

NOVO LIVRO – Em dezembro de 2016, Luiz Coutinho lançou o livro “Atrás das Grades – O desafio da educação de presos no século XXI”. A obra é fruto de um profundo trabalho de pesquisa para sustentação da tese que lhe garantiu o título de Doutor em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade do Museu Social Argentino, e estrutura-se em três importantes pilares: prisão, educação e socialização.

O autor, que é presidente da Caixa de Assistência dos Advogados do Estado da Bahia (CAAB), órgão da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Bahia, sustenta que a prisão gera um processo de ‘dessocialização’ do recluso, que representa uma forma arbitrária de absorção da cultura carcerária para garantir sua sobrevivência no presídio. Faz ainda uma análise do sistema prisional brasileiro.

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