Operação Caça Fantasmas: seis de 13 vereadores presos em Osasco pagaram fiança

Desde que foi deflagrada, em agosto de 2015, a Operação Caça Fantasmas, voltada para desestruturar um esquema funcionários fantasmas e captação de dinheiro de parte do salário dos assessores dos vereadores, já conta com 117 volumes de investigação.

Desde que foi deflagrada, em agosto de 2015, a Operação Caça Fantasmas, voltada para desestruturar um esquema funcionários fantasmas e captação de dinheiro de parte do salário dos assessores dos vereadores, já conta com 117 volumes de investigação.

Seis de 13 vereadores de Osasco (SP), que foram presos e são investigados na Operação Caça Fantasmas, pagaram fiança de R$ 300 mil determinada pela Justiça para que pudessem ser soltos. A informação foi confirmada pelo Tribuna de Justiça de São Paulo.

Os vereadores, soltos na semana passada, tinham até quarta-feira (04/01/2017) para fazer o pagamento. Já o atual prefeito da cidade, Rogério Lins (PTN), que também foi preso, liberado e é investigado na operação, pagou a fiança na segunda-feira (2) e, segundo a prefeitura, fez um empréstimo para o pagamento.

O prefeito e os 13 vereadores da cidade são acusados de contratar funcionários públicos fantasmas que não apareciam para trabalhar. Lins e seis vereadores reeleitos tomaram posse no dia 1º, após a Justiça arbitrar fiança para que fossem soltos.

Segundo o TJ, pagaram a fiança os vereadores André Sacco Junior, João Góis Neto, Jair Assaf, Antonio Aparecido Toniolo, Josias Nascimento de Jesus e Alex Sandro de Souza Sá. No entanto, segundo o tribunal, este último pagou um valor inferior ao que foi estabelecido pela Justiça. Dos seis vereadores que pagaram a fiança, quatro foram eleitos para a atual legislatura.

De acordo com o tribunal, toda a documentação envolvendo o caso será encaminhada ao cartório que cuida do andamento desses processo, o que só deve ocorrer na próxima segunda-feira (12), quando será encerrado o recesso forense. Após essa etapa, o processo será enviado ao magistrado responsável para deliberação e só então será confirmado o que acontecerá com os vereadores que ainda não efetuaram o pagamento.

Na segunda-feira, a Câmara informou que está em recesso e que os vereadores só começarão a trabalhar a partir de 2 de fevereiro.

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