Operação Antiquários: PF cumpre mandados de busca e apreensão de obras subtraídas do Museu Imperial; mandados são cumpridos no Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia

PF cumpre mandados de busca e apreensão de obras subtraídas do Museu Imperial.

PF cumpre mandados de busca e apreensão de obras subtraídas do Museu Imperial.

A Polícia Federal deflagra nesta quarta-feira (18/01/2017), a Operação Antiquários que apura a subtração de obras de arte pertencentes ao Museu Imperial. Estão sendo cumpridos 03 mandados de busca e apreensão nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia com o objetivo de localizar as peças e aprofundar as investigações do crime de furto qualificado. Os mandados foram expedidos pela 6º Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro.

No ano de 1999, houve uma doação por escritura pública de um imóvel e de aproximadamente 4000 obras ao Museu Imperial.

As investigações do inquérito policial apontam que, no ano de 2014, parentes dos próprios doadores possam ter se aproveitado desta condição para subtrair diversos itens doados, antes da incorporação definitiva das peças ao acervo do Museu e, após o falecimento do último doador, que permanecia com a propriedade dos bens na condição de usufrutuário.

As investigações contam como o apoio do próprio Museu Imperial. As obras subtraídas encontravam-se na Casa Geyer no Cosme Velho e suspeita-se que os investigados faziam de suas residências e escritórios, galerias privadas com o acervo desviado.

As peças furtadas faziam parte de uma coleção privada de 4 mil obras, de propriedade de Paulo Geyer, que foi doada em 1999 por ele ao Museu Imperial, junto com a casa em que morava. Os bens só passariam ao museu público após a morte de sua mulher, Maria Cecília, o que ocorreu em 2014.

Logo após a morte de Maria Cecília, a Polícia Federal (PF) informou que algumas peças foram furtadas antes de serem definitivamente incorporadas ao acervo do Museu Imperial. A PF suspeita que os objetos foram furtados por parentes de Paulo Geyer.

A chamada coleção Geyer fica na antiga casa do milionário, que tornou-se um museu chamado Casa Geyer, no Rio. A casa é vinculada ao Museu Imperial de Petrópolis, na região serrana fluminense.

As penas do furto qualificado podem chegar a 8 anos de reclusão e multa.

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