ALBA concederá Comenda 2 de Julho a Gilberto Gil

Honraria para o cantor e compositor Gilberto Gil foi proposta por Euclides Fernandes.

Honraria para o cantor e compositor Gilberto Gil foi proposta por Euclides Fernandes.

Por iniciativa do deputado Euclides Fernandes (PSL), a Assembleia Legislativa aprovou projeto de resolução concedendo a Comenda 2 de Julho para o cantor e compositor baiano Gilberto Gil em comemoração aos seus 50 anos de carreira e “reconhecimento pelo brilhante trabalho que o levou e elevou o nome da Bahia para os quatro cantos do Brasil e do mundo”.

Inicialmente, a proposição previa a concessão conjunta para o seu parceiro e amigo nestes 50 anos, o cantor e compositor Caetano Veloso, “igualmente merecedor da homenagem, visto que o trabalho e a carreira dos dois se confundem e se interligam. Porém, o processo burocrático da Assembleia fez com que a aprovação da comenda de Caetano Veloso ficasse para ser aprovada somente no início deste ano. No início de 2017 representantes do gabinete do deputado Euclides Fernandes terão reuniões com representantes do homenageado para estabelecer a programação e data de entrega da comenda. O projeto de resolução traz um longo descritivo sobre a carreira musical de Gilberto Gil, lembrando que seus primeiros sucessos musicais foram “Vim da Bahia”, “Louvação” e “Procissão”, que lhe valeram um contrato com a Philips e o pedido de demissão da Gessy Lever, onde trabalhava como administrador, para se dedicar apenas à música.

TROPICÁLIA

“Aí a Bahia e o Brasil ganhavam um dos seus mais importantes compositores dos últimos 50 anos. O amor pela música reuniu ele a Caetano Veloso, José Carlos Capinam, Torquato Neto, Tom Zé, Maria Bethânia, Gal Costa e outros. Estava criado o Tropicalismo. Depois veio o ‘Expresso 2222’, ‘Refazenda’ e uma quantidade infinda de grandes sucessos”, diz o autor da proposição. Dai em diante foi só sucesso, com alguns momentos em outras experiências, tais como um período de exílio na Inglaterra por determinação do regime ditatorial imposto ao país a partir de 1964, quando não se deixou abater e continuou produzindo belas músicas. Em outra oportunidade ingressou na administração pública e política, sendo presidente da Fundação Gregório de Matos, tendo Mário Kertész como prefeito; vereador por Salvador e ministro da Cultura do governo de Lula.

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