Caso Lava Jato: a deleção do executivo da Odebrecht Claudio Melo Filho

O ex-vice-presidente de relações institucionais da Odebrecht, Claudio Melo Filho, entregou à Procuradoria-Geral da República um anexo de 82 páginas nas quais ele diz que cerca de quarenta políticos receberam R$ 68 milhões. Os valores foram pagos pelo setor que a empresa chama de Área de Operações Estruturadas, que logo ficou conhecido como “departamento de propinas”.

Entre eles estão o chefe da Casa Civil Eliseu Padilha, o empresário Paulo Skaf, o então deputado Eduardo Cunha, o senador Romero Jucá e o ex-ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima. Ainda segundo a delação explosiva do lobista da Odebrecht, o presidente Michel Temer pediu “apoio financeiro” para as campanhas do PMDB em 2014 a Marcelo Odebrecht. Ele teria se comprometido com um pagamento de 10 milhões de reais.

O anexo da delação premiada de Claudio Melo Filho foi tornado público por veículos de comunicação, através de publicações ocorridas na sexta-feira (09/12/2016).

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Organização Odebrecht – Delação de Claudio Melo Filho no Caso Lava Jato

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