Queimada e aterro na Lagoa Salgada evidencia elevado dano ambiental em Feira de Santana

Queimada e aterro na Lagoa Salgada evidencia elevado dano ambiental em Feira de Santana.

Queimada e aterro na Lagoa Salgada evidencia elevado dano ambiental em Feira de Santana.

Queimada e aterro na Lagoa Salgada evidencia elevado dano ambiental em Feira de Santana.

Queimada e aterro na Lagoa Salgada evidencia elevado dano ambiental em Feira de Santana.

Cidadão encaminha relato e imagens que documentam elevado grau de degradação ambiental da Lagoa Salgada em Feira de Santana. As imagens registradas na quarta-feira (16/11/2016) e neste domingo (20/11/2016) evidenciam elevado dano ambiental. Inconformado o cidadão comenta:

— Precisamos que as autoridades responsáveis se manifestem em defesa da maior lagoa de Feira de Santana, a Lagoa Salgada.  As queimadas criminosas para promoção da invasão das terras em seu entorno ocorrem diariamente e não são impedidas, porque não existe qualquer fiscalização do poder público. Recentemente, foi queimada uma enorme área e os bombeiros apareceram três horas depois do início do incêndio, mas nada fizeram. Nem desceram do carro, simplesmente olharam e foram embora.

Destruição ambiental

Considerada a maior lagoa urbana de Feira de Santana, a exemplo de outras áreas ambientais do município, como a Lagoa do Prato Raso, está passando por elevado grau de dano ambiental, com a finalidade de transformar parte da área em terrenos próprios para uso comercial e residencial.

A destruição ambiental da lagoa Salgada é decorrente de diversos fatores. Um dos fatores é a valorização da área, em função da expansão urbana e do beneficiamento com a implantação da Avenida Nóide Cerqueira, transformou o local em um espaço de cobiça e ocupação irregular.

“Contribui para que ocorra a ocupação irregular de áreas ambientais, a exemplo da Lagoa Salgada, a ineficiente fiscalização municipal, que, parece deixar de agir de forma predeterminada, colaborando para que ocupações ilegais surjam e se consolidem. Na sequência, através de mecanismos que envolvem cartórios, Câmara Municipal e setores da Prefeitura de Feira de Santana essas áreas são legalizadas”, revela fonte.

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Sobre o autor

Carlos Augusto
Carlos Augusto Oliveira da Silva (Carlos Augusto) é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF). Atua como jornalista e cientista social. Telefone: (75)98242-8000 | E-mail: diretor@jornalgrandebahia.com.br.