Obra de Max Paskin Neto aborda ‘O direito de ser rude: liberdade de expressão e imprensa’

Capa do livro 'O Direito de Ser Rude – Liberdade de Expressão e Imprensa'.

Capa do livro ‘O Direito de Ser Rude – Liberdade de Expressão e Imprensa’.

Como um assumido liberal, Max Paskin Neto brada aos quatro ventos que numa sociedade que se diz democrática é preciso dar espaço aos diferentes discursos, inclusive o odioso (hate speech). Garantir aos cidadãos o direito de ser rude é assegurar o pleno exercício da liberdade de expressão e de imprensa, pois qualquer investida contra uma ou outra representa um retrocesso incompatível com o desenvolvimento econômico e social que se deseja ao Brasil.

Em trabalho de pesquisa minuciosa, o autor expõe conceitos fundamentais para quem quer compreender o setor das comunicações no Brasil e o seu papel na consolidação de uma democracia plural, principalmente no embate entre censura e liberdade.

Nem mesmo decisões do Supremo Tribunal Federal fogem ao debate, já que alguns dos precedentes paradigmáticos sobre o tema nos últimos tempos são analisados em detalhe, com críticas ácidas.

O dinamismo da obra reflete a natureza inquieta de um pensador audaz. Na sua atuação como juiz e professor ele lida com ideias em confronto, de onde nasce sua força como escritor que promove a pluralidade de pensamentos, questiona as estruturas que engessam o país e não teme reações contrárias: precisamos abrir um espaço permissivo para opinar, informar, formar e até mesmo ser rude.

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