Após amplo debate, profissionais defendem adoção do mototaxímetro

A Associação dos Mototaxistas do Estado da Bahia (ASMOP) defende a implantação do mototaxímetro.

A Associação dos Mototaxistas do Estado da Bahia (ASMOP) defende a implantação do mototaxímetro.

A Associação dos Mototaxistas do Estado da Bahia (ASMOP) defende a implantação do mototaxímetro. Entretanto, após a regulamentação do setor; com regras claras e implantação gradual. Segundo o secretário municipal de Mobilidade Urbana de Salvador, Fábio Motta, ainda em dezembro de 2016 ocorrerá a regulamentação da lei que regulariza a atividade dos mototaxistas em Salvador.

Adailson Couto, o Dragão, presidente da ASMOP, frisa que “é uma iniciativa boa para os profissionais e passageiros, que terão um valor exato do preço das corridas. Entretanto, a implantação dos mototaxímetros só deve ser realizada depois de um longo debate sobre várias questões”. Segundo o dirigente sindical, o valor atual do equipamento está muito elevado (cerca de R$ 1.000,00).

“Outra questão a ser levantada seria sobre a responsabilidade da manutenção do equipamento”. Segundo ele, o mais importante neste momento é a regulamentação da profissão. E, “numa segunda etapa, discutir inovações que podem ser salutares para o mototaxista e o usuário do serviço. Dentre elas, a questão do mototaxímetro”. O mototáxi já é regulamentado em 12 capitais brasileiras e no Distrito Federal. A estimativa é que existam hoje 1,5 milhão de mototaxistas em atividade no país.

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