2016 será “muito provavelmente” o mais quente já registrado

Estimativa avalia que 2016 será um dos anos mais questões da história recente da humanidade.

Estimativa avalia que 2016 será um dos anos mais questões da história recente da humanidade.

Avaliação é da Organização Meteorológica Mundial, OMM; dados preliminares divulgados pela agência da ONU mostram que as temperaturas globais este ano estão aproximadamente 1.2º C acima dos índices pré-industriais.

É “muito provável” que este ano seja o mais quente já registrado no mundo, de acordo com a Organização Mundial de Meteorologia, OMM.

Dados preliminares divulgados pela agência da ONU mostram que as temperaturas globais em 2016 estão aproximadamente 1.2º C acima dos índices pré-industriais.

Recordes

Segundo o secretário-geral da OMM, Petteri Taalas, “os efeitos das mudanças climáticas têm sido visíveis em escala global desde a década de 1980”, citando “aumento da temperatura global, tanto sobre a terra como sobre o oceano, aumento do nível do mar e derretimento generalizado do gelo”.

O chefe da agência da ONU também mencionou aumento dos riscos de eventos extremos, como ondas de calor, secas, chuvas e inundações.

Taalas citou recordes de temperatura sendo quebrados em 2015 e, de novo, em  todos os meses 2016. Ele afirmou que a expectativa é de um aquecimento de 1.2º C até o fim deste ano o que já é próximo ao marcado no Acordo de Paris.

Acordo de Paris

O chefe da OMM ressaltou que o Acordo de Paris, que entrou em vigor em 4 de novembro, “busca limitar o aumento da temperatura global a menos de 2º Celsius e buscando ações na direção de 1.5º Celsius”.

A OMM publicou uma análise detalhada do clima global entre 2011 e 2015, o período de cinco anos é mais quente já registrado,  e uma “presença humana cada vez mais visível em eventos de clima extremo com impactos perigosos e dispendiosos”.

Segundo a agência da ONU, as temperaturas recordes foram acompanhadas do aumento dos níveis do mar e declínio no volume de gelo do Ártico, glaciares e coberturas de neve no Hemisfério Norte.

Para a OMM, todos esses indicadores confirmam a tendência de aquecimento causada pelos gases de efeito estufa.

A agência afirmou que o dióxido de carbono chegou ao marco de 400 partes por milhão na atmosfera, pela primeira vez em 2015.

*Com informação da Radio ONU.

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