Estudo mostra que Via Láctea é maior do que se imaginava

Sozinha na estrada cósmica, longe de qualquer objeto celeste conhecido, uma jovem estrela independente está passando por um tremendo surto de crescimento. O objeto incomum, chamado CX330, foi detectado pela primeira vez como uma fonte de luz de raios-X em 2009 pelo Chandra X-Ray Observatory, da NASA, enquanto ele examinava a protuberância na região central da Via Láctea.

Sozinha na estrada cósmica, longe de qualquer objeto celeste conhecido, uma jovem estrela independente está passando por um tremendo surto de crescimento. O objeto incomum, chamado CX330, foi detectado pela primeira vez como uma fonte de luz de raios-X em 2009 pelo Chandra X-Ray Observatory, da NASA, enquanto ele examinava a protuberância na região central da Via Láctea.

A massa da Via Láctea, que abriga nosso sistema solar, é três vezes maior do que se pensava, de acordo com um novo estudo realizado pela Academia Chinesa de Ciência. As informações são da Agência Lusa.

A pesquisa guiada pelo astrônomo Ye Xu trouxe dados e medidas inéditos, obtidos a partir de observações com radiotelescópios localizados nos Estados Unidos e imagens de alta resolução da galáxia.

Graças a esse mapeamento, foi possível chegar a novas conclusões sobre a estrutura da Via Láctea, que é bastante difícil de estudar, dado que estamos em seu interior.

“A Via Láctea não deve mais ser considerada uma galáxia anã, mas sim uma irmã-gêmea de Andrômeda”, declarou o astrônomo italiano Luca Moscadelli, que participou da pesquisa.

De fato, a galáxia é uma gigante espiral: ela se revelou mais veloz, larga e massiva do que se imaginava, por isso a classificaram como gêmea de Andrômeda – a maior das galáxias que constituem o Grupo Local.

Além disso, descobriu-se que nossa galáxia é formada por cinco braços espirais, e não quatro. O sistema solar se encontra no braço chamado Orion, que também se revelou mais extenso e muito parecido com os vizinhos Sagitário e Perseu.

Por fim, o estudo conseguiu estimar com mais precisão a distância do Sol até o centro da galáxia, fixada agora em 27,2 mil anos-luz.

Outra surpresa para os cientistas foi a velocidade de rotação galáctica no ponto em que se encontra nosso sistema planetário: 240 km por segundo, 10% mais rápido do que apontavam os dados antigos.

*Com informação da Agência Brasil.

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