Planserv incentiva adoção de hábitos saudáveis para combater colesterol alto

Indivíduos com fatores de riscos associados, como hipertensão, diabetes, tabagismo ou com história familiar de colesterol elevado devem realizar exames anualmente.

Indivíduos com fatores de riscos associados, como hipertensão, diabetes, tabagismo ou com história familiar de colesterol elevado devem realizar exames anualmente.

Prevenção e diagnóstico precoce são as palavras de ordem desta segunda-feira, (08/08/2016), Dia Nacional de Combate ao Colesterol. Em apoio à causa, o Planserv – Assistência à Saúde dos Servidores Públicos Estaduais orienta beneficiários a adotarem hábitos saudáveis. A dislipidemia é caracterizada pela presença de níveis elevados de lipídios (gorduras) no sangue. A a elevação do colesterol LDL, conhecido como “colesterol ruim”, não apresenta sintomas. Por isso, recomenda-se a avaliação laboratorial conforme recomendação médica.

Apesar de ser visto como um vilão, o colesterol é um tipo de gordura produzida pelo fígado essencial para o organismo. Ele está presente em todas as células do corpo e exerce importantes funções, tais como a produção de novas células, sais biliares, vitamina D e hormônios esteróides – como testosterona e progesterona. Entretanto, quando o colesterol LDL está alto, acima de 100 mg/dL, pode ocorrer a formação de placas de ateroma, que aumenta o risco de doenças cardiovasculares, inclusive infarto do miocárdio e Acidente Vascular Cerebral (AVC).

De acordo com a endocrinologista Lívia Costa, em cerca de 70% dos casos, a dislipidemia é causada pela produção excessiva de colesterol pelo próprio organismo, por fatores hereditários ou ligados ao metabolismo corporal. Em 30%, fatores externos como má alimentação e sedentarismo explicam o surgimento do problema. “Indivíduos com fatores de riscos associados, como hipertensão, diabetes, tabagismo ou com história familiar de colesterol elevado devem realizar exames anualmente”, destacou.

Os valores de referência para o colesterol LDL estão entre 70 e 130 mg/dl, mas aconselha-se mantê-lo sempre abaixo de 100 mg/dl, principalmente em pacientes de risco elevado de apresentarem doenças coronarianas, como é o caso de hipertensos e diabéticos. O tratamento do colesterol alto é feito a partir de mudanças na alimentação, prática regular de atividade física e, em certos casos, uso de medicamentos receitados pelo médico.

Saiba mais – As lipoproteínas HDL e LDL ligam-se ao colesterol para que este possa ser transportado pela corrente sanguínea, já que a sua consistência gordurosa não lhe permite dissolver-se no sangue. Conhecido como mau colesterol, o LDL transporta o colesterol do fígado até as células e favorece o seu acúmulo nas paredes internas das artérias, diminuindo o fluxo do sangue, estando diretamente relacionado a doenças cardíacas.

Já o HDL, chamado de “bom colesterol”, absorve os cristais de colesterol que são depositados nas artérias, removendo-o e transportando-o de volta ao fígado para ser eliminado. Desta forma, ele pode se tornar benéfico, reduzindo o risco de doenças do coração. “A prática de atividade física pode ajudar a elevar o bom colesterol. Escolher alimentos saudáveis e parar de fumar completam as mudanças para quem quer viver bem e com saúde”, concluiu Lívia Costa.

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