Relatório diz que Brasil está entre os top-10 do comércio eletrônico

Setor do comércio eletrônico está avaliado em US$ 22 trilhões.

Setor do comércio eletrônico está avaliado em US$ 22 trilhões.

Setor é avaliado em US$ 22 trilhões e agência da ONU recomenda a países que aproveitem a oportunidade; Unctad lança iniciativa para ajudar nações de baixa renda; em Gana ou Indonésia, apenas 2% da população compra online.

Os países em desenvolvimento precisam aproveitar as oportunidades de um setor que só cresce: o do comércio eletrônico, avaliado em US$ 22 trilhões (aproximadamente R$ 71 trilhões). A quantia representa aumento de 38% em relação aos números de 2013.

A recomendação foi feita esta segunda-feira, em Nairobi, no Quénia, pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento, Unctad, que acaba de lançar uma iniciativa de e-commerce.

Segundo a agência, o Brasil está entre os top-10 da lista de países que mais registram comércio eletrônico. O país movimenta US$ 12 bilhões por ano em vendas online, com 33 milhões de pessoas que fazem compras pela internet.

Compras Online

Organizações internacionais, doadores e empresários estarão juntos no projeto “eComércio para Todos”, facilitando o acesso de países em desenvolvimento ao setor. Essas nações devem receber financiamento e assistência tecnológica.

Segundo a Unctad, o comércio eletrônico pode gerar empregos e outras oportunidades econômicas. Na Dinamarca, Luxemburgo e Reino Unido, 70% das pessoas fazem compras pela internet. Mas a realidade é bem diferente em Bangladesh, Gana e Indonésia, onde apenas 2% da população ou menos compram online.

Brasil

A iniciativa da Unctad busca diminuir essa desigualdade e segundo dados da agência, economias emergentes são as principais responsáveis pelo crescimento do setor de comércio eletrônico.

A China é o país líder no mercado de comércio online entre empresas e consumidores, tanto em termos de vendas quanto em número de pessoas que compram pela internet.

Além do Brasil e China, Índia, Coreia do Sul e Rússia também já estão na lista dos 10 principais mercados e-commerce do mundo. Segundo a Unctad, a iniciativa para ampliar o setor vai de encontro com umas das metas da Agenda 2030: utilizar as tecnologias da informação para facilitar o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

*Com informação da Rádio ONU.

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