Olimpíadas 2016: em Salvador, hotel que vai receber delegações olímpicas passa por varredura de segurança

Operações táticas do COE da Polícia Civil, do esquadrão anti-bombas do BOPE atuam na segurança preventiva.

Operações táticas do COE da Polícia Civil, do esquadrão anti-bombas do BOPE atuam na segurança preventiva.

Todo o terceiro andar do Hotel Stella Maris, em Salvador, passou por uma varredura nesta terça-feira (26/07/2016) para receber a delegação de Fiji, que chega nesta madrugada para disputar os Jogos Olímpicos. Também no hotel, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) realizou uma simulação, quando três atores foram presos pela Polícia Civil. No enredo do treinamento, a prisão foi o resultado de uma investigação que levou ao momento em que terroristas e traficantes negociavam a venda de armas no quarto do hotel.

Para a varredura no terceiro andar do hotel, homens do Esquadrão Antibombas da Polícia Militar e da Marinha, além de agentes da Comissão Nacional de Energia Nuclear, utilizaram cães e equipamentos em busca de qualquer tipo de ameaça. Após a varredura, todo o andar ficou isolado até a ocupação pela delegação.

De acordo com o capitão Erico de Carvalho, comandante da Companhia Antibomba do Bope, 25 pessoas participaram da varredura. “Cumprimos nosso planejamento, fizemos a operação e vistoriamos tudo. Não há nada que ofereça perigo químico, radiológico, biológico ou de bomba à delegação”.

Simulação

Já a simulação teve a participação de 30 policiais civis, militares e de outras forças. “Com certeza, a Segurança Pública está forte e preparada. Temos uma Polícia Militar atuante, uma Polícia Civil sempre presente, e essa simulação é importante para deixar o efetivo em melhores condições. A repetição à exaustão leva à perfeição. Com o treinamento, teremos a chance de uma resposta mais eficiente, caso seja necessário”, afirmou o delegado André Viana, que coordenou a simulação.

O delegado João Gaudêncio, membro da Comissão Estadual de Segurança para Grandes Eventos (Coesge), destacou que o contexto da simulação começou no ferryboat, onde a Marinha apreendeu armas, prendeu um traficante e obteve informações que levaram à negociação no hotel.

“As informações foram passadas para o Centro de Comando e Controle Regional e, com a integração com as outras forças, localizamos essa negociação de venda de armas. É importante deixar claro que isso foi apenas uma simulação, desde a operação no ferry até esta etapa no hotel”, explicou Gaudêncio.

Adultos e crianças hospedados no hotel, que também vai receber as delegações do México e da Coreia, acompanharam a simulação, fizeram selfies e tiraram fotografias. A turista alemã Ana Oleskov, 26 anos, não vai ficar na Bahia até as Olimpíadas, mas disse que a simulação e a varredura realizadas no hotel deram a sensação de segurança aos turistas. “Eu me sinto mais segura porque a gente vê a ação acontecendo. Isso é bom”.

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